Cartilhas gratuitas sobre árvores frutíferas

Com distribuição gratuita, a Casa do Produtor Rural (CPRrural), da Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” (USP/Esalq) lançou este mês duas cartilhas – Poda de Árvores Frutíferas e Propagação de Árvores Frutíferas – destinadas a auxiliar os produtores rurais na consolidação de práticas e tecnologias agrícolas adequadas.

As duas publicações fazem parte do Programa Aprender com Cultura e Extensão Universitária, com apoio do Fundo de Fomento às Iniciativas de Cultura e Extensão da Pró-reitoria de Cultura e Extensão Universitária, da Universidade de São Paulo (USP).

A primeira cartilha – Poda de Árvores Frutíferas – escrita pelo professor associado do Departamento de Produção Vegetal (LPV), João Alexio Scarpare Filho, pela professora Simone Rodrigues da Silva (também do LPV), e pelo aluno de graduação em Engenharia Agronômica, Ricardo Bordignon Medida, aborda aspectos sobre a fisiologia de plantas perenes, conceitos, tipos, épocas e operações da poda, com uma linguagem própria para o entendimento do produtor rural.

Já a publicação Propagação de Árvores Frutíferas, também de Simone Rodrigues da Silva, João Alexio Scarpare Filho, e Kátia Fernanda Dias Rodrigues, aluna de graduação em Engenharia Agronômica, apresenta informações sobre os principais métodos de propagação utilizados na produção de mudas de espécies frutíferas. A fundamentação teórica aborda conceitos importantes de botânica e fisiologia de plantas perenes, além do detalhamento de cada método de manejo: estaquia, enxertia, mergulhia, alporquia, entre outros.

Informações sobre como conseguir as punblicações podem ser obtidas pelo e-mail cprural@esalq.usp.br ou telefone (19) 3429-4178.
Terra da Gente, com info USP/ Esalq

Cientistas criam cebola geneticamente modificada que não provoca lágrimas

Os cozinheiros de plantão tem motivos de sobra para comemorar. Afinal de contas os cientistas neo-zelandeses com a colaboração dos japoneses, anunciaram a descoberta de uma cebola geneticamente modificada (GM) incapaz de produzir lágrimas nos seres humanos.

A cebola que não deixa chorar deve demorar um pouco ainda para ser comercializada, porém tem sido muito comemorada pela equipe do cientista neo-zelandês Colin Eady, coordenador do projeto encabeçado pela empresa Crop&Food.

Conforme Eady disse à revista científica Growers of Biotechnology, as lágrimas provocadas por cebolas são uma espécie de mecanismo de defesa da planta. Ele explica que, quando uma cebola convencional é cortada ou ralada, aminoácidos sulfóxidos e enzimas são liberadas no ar. "A enzima transforma os aminoácidos sulfóxidos em vapor e este, em contato com os olhos dos seres humanos, provocam irritação e lágrimas", disse Eady, que "desligou" essa enzima na cebola GM.

A pesquisa acerca desta cebola começou com uma descoberta ocorrida no Japão. Cientistas daquele país foram os primeiros a identificar os genes da planta responsáveis pela produção das lágrimas nos humanos. Já na Nova Zelânda, os cientistas concluíram o trabalho de desligamento da enzima a estes genes.

Eady diz que, diferentemente de outros produtos geneticamente modificados, na cebola a enzima não é neutralizada pela adição de um gene ao genoma da planta. "Nesse caso, o gene foi silenciado pelo processo de RNA interferência e assim, os sulfóxidos não são convertidos em vapor", diz. "Ao desligar o gene do fator lacrimogêneo, impedimos a formação de enxofre, tornando-o assim disponível para ser transformado em outros compostos relacionados a saber ou propriedades nutritivas".

Quiabo de um metro atrai visitantes em propriedade rural em Cuiaba

O agricultor José Gomes de Alcântara de 71 anos possui uma pequena propriedade em Cuiabá e costumeiramente possui o hábito de cultivar sua hortaliças e  outras plantações.

Neste ano, uma das cercas da propriedade foi tomada por uma rama de quiabo gigante. De longe é possível ver que o tamanho do quiabo raro alcança um metro e destoa dos quiabos comercializados nos supermercados, que não chegam a ter 10 centímetros.

O senhor José afirma que conhecia a espécie há vários anos e encontrou sementes da hortaliça-fruto por acaso e passou a cultivá-la em casa. “Eu plantei e vi que quanto mais eu molhava, mais o quiabo ia crescendo feito pé de abóbora”, ressaltou.

O pé de quiabo é uma atração do sítio do idoso que tem recebido muitos visitantes.

Todos que visitam o sítio ficam espantados com o tamanho da hortaliça-fruto que segundo o professor universitário Mauro Mundin pertence a família da abóboras, pepinos e melão.

O que é sanidade animal?

A saúde animal, numa visão ampliada, envolve questões relacionadas a enfermidades dos animais, saúde pública, controle dos riscos em toda a cadeia alimentar, assegurando a oferta de alimentos seguros e bem estar animal.

Para assegurar a saúde animal, é necessária a existência de serviços veterinários bem estruturados, capacitados e aptos para detecção e adoção precoce das medidas de controle e erradicação das doenças.
Em sintonia com a Organização Mundial de Saúde Animal – OIE, que reconhece os serviços veterinários como um bem público mundial, o serviço veterinário brasileiro, responsável pela condução da política de saúde animal, compartilha com o setor privado as responsabilidades para aplicação das medidas que objetivam a melhoria da saúde animal.

A extensão territorial e as condições climáticas; os programas voltados para a sanidade animal e segurança do alimento posicionam o Brasil como um dos maiores produtores de carne bovina e com potencial para atender as exigências específicas de mercado.

A cadeia produtiva é caracterizada pela criação de animais a pasto, ou pelo sistema intensivo ou semi-intensivo (confinamento), no qual, o gado é alimentado por grãos, sendo proibido o uso de proteína de origem animal (exceto produtos lácteos).

Também atendendo exigências internacionais, a rastreabilidade na cadeia produtiva inicia-se na fazenda e estende-se a indústria frigorífica, desde a recepção e abate dos animais, até o processamento, estocagem e expedição dos produtos, conforme o Serviço de Rastreabilidade da Cadeia Produtiva de Bovinos e Bubalinos (SISBOV).

Com tantas vantagens competitivas, o Brasil segue na disputa e conquista de novos mercados de modo que a carne bovina brasileira continue sendo apreciada por consumidores no mundo todo.

Expointer: inscrição do Gado Holandês cresce 16 % em relação ao ano passado

As inscrições da raça Holandês para a Expointer deste ano cresceram 16,11% em relação à edição do ano passado. O número de animais participantes saltou de 180 para 209, com 26 expositores oriundos de 22 municípios. O maior volume foi inscrito pela Granja Tang, de Farroupilha, com 25 animais.

A entrada do gado Holandês no parque está prevista para os dias 24 a 26 de agosto. A programação da raça começa na segunda-feira (29), com a primeira ordenha do Concurso Leiteiro. O tradicional Banho de Leite acontece na terça-feira (30), após as cinco ordenhas previstas para o concurso.

O julgamento da raça está agendado para a quarta-feira (31) e quinta (1º). Neste dia, a partir das 14h, no Pavilhão de Gado Leiteiro, acontece o I Leilão Tipo Leite, com oferta de até 40 animais.

A premiação do concurso Exceleite 2011, circuito que premia os melhores animais em três modalidades, está marcada para a sexta-feira (2). O vencedor será premiado com um automóvel.
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Preços do algodão seguem em queda devido aumento da oferta

Os preços do algodão em pluma seguem em queda no mercado brasileiro, devido à maior oferta, segundo pesquisadores do Cepea. 

Com o avanço da colheita e o ritmo acelerado do beneficiamento, o interesse de produtores por novas vendas tem aumentado. Assim, entre 9 e 16 de agosto, o Indicador CEPEA/ESALQ com pagamento em 8 dias recuou 8%, fechando a R$ 1,7094/lp nessa terça-feira.

 O mercado brasileiro de algodão tem sido influenciado pelas incertezas de oferta e de demanda internas e externas. Em semanas em que indústrias precisam renovar estoques, as cotações encontram sustentação. Em outros períodos, quando produtores precisam fazer caixa, os preços cedem.

Nos últimos dias, de acordo com informações do Cepea, além da maior oferta, boa parte de compradores brasileiros esteve recuada, diminuindo a liquidez.
Fonte(s): Cepea/Esalq

Cooperativismo é tema da Semana do Pimentão no DF

Há dez anos, Taquara e Pipiripau, comunidades na área rural de Planaltina (DF), tinham apenas oito pequenos comércios. Hoje já passam de 30. O aumento representa o desenvolvimento que chegou ao local desde que os produtores rurais fundaram, em 2001, a Cootaquara. Essa forma de organização, que permitiu aos núcleos rurais prosperarem, é o tema da principal festa da região, a 13ª Semana do Pimentão, que vai até sábado (13) em Planaltina.
Taquara e Pipiripau têm, juntos, cerca de 6 mil moradores e são considerados o maior polo de produção de pimentão de alta tecnologia do país. Mais de 7 mil toneladas do produto por ano são comercializadas pela cooperativa, que abastece supermercados do Centro-Oeste e até exporta o excedente.

Para o superintendente da Cootaquara, Maurício Severo de Rezende, o cooperativismo é responsável pelo desenvolvimento da região. “Só a Agrovila gera 50 empregos diretos, o que provoca circulação de dinheiro aqui. Nesses anos, aumentou também o número de pequenos comércios. Até as terras foram valorizadas”, conta.

Sorvete de pimentão

Na programação da Semana do Pimentão, estão cursos e atrações musicais. O objetivo do evento, organizado pela Cootaquara, Secretaria de Agricultura do DF, Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater/DF) e Sebrae no Distrito Federal, entre outros parceiros, é divulgar a região e proporcionar capacitação aos agricultores.

“Queremos mostrar novas tecnologias aos produtores da região e de outros núcleos rurais. Além disso, a festa é uma forma de confraternização entre as famílias da comunidade”, ressalta o presidente da Cootaquara, Maurílio Cezar Silveira Cardoso. Hoje, a entidade reúne 159 produtores.

O evento oferece ainda aos participantes uma feira de comidas que levam na receita o pimentão. Entre as opções mais curiosas estão estrogonofe no pimentão, tapioca, croquete e até sorvete de pimentão. “Fui convidada a participar da feira e resolvi criar dois sabores de sorvete que levam o produto: o de pimentão com passas ao rum e o de nata com pimentão cristalizado. É bem diferente, mas, até agora, quem provou, gostou”, garante a idealizadora do alimento, Bernadete Ghisolfi, 48 anos.
Fonte: Agência Sebrae de Notícias

Lucro da SLC Agrícola cresce 40,3% no segundo trimestre 2011

A SLC Agrícola, uma das maiores empresas produtoras de grãos e fibras do país, teve no segundo trimestre de 2011 um lucro de R$ 42,001 milhões, 40,3% maior do que os R$ 29,949 milhões registrados em igual intervalo de 2010.

O desempenho foi impactado, principalmente, pela variação positiva no resultado financeiro líquido, de R$ 25,409 milhões no período. No acumulado do ano, o resultado líquido subiu para R$ 64,38 milhões, 117,4% superior ao lucro de igual semestre do ano passado. No trimestre, a receita líquida cresceu 1,8% para R$ 210,104 milhões e o Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) recuou 9,3% para R$ 68,466 milhões, na comparação com o segundo trimestre de 2010.

A margem Ebitda caiu 4 pontos percentuais para 32,6%. De acordo com informações da empresa, a menor geração de caixa no período se deveu, entre outras razões, ao atraso na colheita de algodão que se refletiu numa área de colheita menor no intervalo que compreendeu o segundo trimestre deste ano na comparação com o mesmo intervalo do ano passado. Por isso, a receita com venda de algodão no trimestre foi 15,1% menor (R$ 119,357 milhões).

A dívida líquida da SLC Agrícola cresceu 17,7% no trimestre para R$ 419,95 milhões. Isso porque o caixa gerado no período não suficiente para compensar os desembolsos de investimentos e aquisições de insumos no trimestre, segundo a empresa.
(Fabiana Batista - Valor on line)