Fazendeiro colhe pepino gigante na China



A Revista Globo Rural publicou um matéria interessante e que muito chamou a atenção. 

Akele Hi, um fazendeiro de Hefei, na China, alcançou um recorde ao ter colhido o está sendo considerado o maior pepino do mundo

De acordo com o diário britânico The Sun, o vegetal tem cerca de 1,5 metro de comprimento e pesa quase 70 quilos.

Segundo Hi, não houve nenhuma receita especial para conseguir o feito. “Usei apenas água e adubo orgânico”, relata.
“Todos os outros pepinos da horta atingiram um tamanho normal. Mas bem no meio da plantação eu encontrei esse ‘monstro’, que não parava de crescer”, conta.
 globo rural 

Suinocultura: Criadores de MG otimistas com alta dos preços

Os criadores de suínos em Minas Gerais estão otimistas com a alta do preço no mercado. O valor pago atualmente pelo quilo do animal vivo está 25% maior do que no mesmo período do ano passado.

Da granja do criador Paulo Veloso, em Carmo do Paranaíba, saem para o abate três mil porcos por mês. O seu Paulo contou que nos últimos três meses o custo de produção subiu. Como o preço do suíno também reagiu, ele está satisfeito.

Embora o custo de produção tenha aumentado nos últimos meses, o que está agradando aos suinocultores é o valor que recebem pelo quilo do suíno vivo, que atualmente é cerca de 25% a mais do recebiam no mesmo período do ano passado.

“O preço está bem melhor. No ano passado, nós trabalhamos com uma média de R$ 2,90 o preço de venda. Agora, já chegamos a R$ 3,40 o quilo”, disse Veloso.

De acordo com o presidente da Cooperativa dos Suinocultores de Patos de Minas, o setor vive um bom momento, principalmente, por causa da maior presença da carne de porco na mesa dos brasileiros. “A população está consumindo mais, a economia está pujante e isso está fazendo com que o preço se mantenha em patamares mais elevados”, explicou Cláudio Nasser.

Para o suinocultor Ricardo Bartolo, de Patrocínio, o atual momento da atividade é motivo de comemoração. “É um momento especial. O mercado reagiu. O mercado interno está muito fortalecido. Está muito bom. Isso tem dado para nós um fôlego que não esperávamos. O mercado realmente está muito bom”, avaliou.
No Sul do Brasil, a maior parte dos criadores trabalha no sistema de integração com os grandes frigoríficos.
Fonte: Globo Rural

Produção de leite pode diminuir no RS

A produção de leite no Rio Grande do Sul está normalizada na maioria das regiões produtoras do Estado, mas a redução das chuvas pode prejudicar o desenvolvimento da atividade, informou o relatório semanal divulgado pela Emater. As propriedades que possuem boa quantidade de pastagens cultivadas ainda apresentam boa produção. 

Aveia e azevém encontram-se na fase reprodutiva e em final de ciclo, e trevos e cornichão apresentam bom desenvolvimento. Os produtores estão realizando o preparo do solo ou a dessecação das áreas para a implantação da pastagem de verão e dos cultivos de milho ou sorgo para silagem. No entanto, a falta de umidade no solo está dificultando a germinação e a emergência das plântulas, com alguns bovinocultores interrompendo a semeadura ou o plantio.

O preço do leite está com uma leve tendência de queda, atualmente o preço está entre 50 e 70 centavos o litro. Os pequenos produtores que produzem à base de campo nativo começam a apresentar aumento de produção, mas a recuperação é muito lenta.
Fonte: Só Notícias

Produtores paulistas intensificam plantio da soja

O feriado do Dia de Finados não teve descanso para os produtores de soja do oeste de São Paulo. Eles aproveitam a umidade das últimas chuvas e colocaram as máquinas no campo para intensificar plantio.

No campo, a pressa agora é amiga da produção. O agricultor Carlos Custódio apalpa a terra e sabe que este é o momento para o plantio da soja. É preciso correr para aproveitar a umidade do solo. “Você tem de trabalhar de sol a sol. Inclusive, entrar um pouco a noite. Quando não, fazer dois turnos para poder plantar no momento certo. Adiantar o plantio e aproveitar a umidade do solo, que é importante”, explicou.

Para escapar esta safra o produtor decidiu ampliar a área de plantio, de 200 para 220 hectares, e está otimista. “O agricultor está sempre esperançoso que chova e não falte umidade porque é disso que a gente precisa”, completou Custódio.

O agricultor Júlio César Antonucci decidiu manter a mesma área de plantio do ano passado, de 450 hectares. Mas para diminuir os custos ele investiu na agricultura de precisão. “Para não desperdiçar e não jogar adubo onde não precisa e calcário onde não precisa. Estamos trabalhando para aumentar a produtividade com menor custo”, justificou.

No oeste paulista, a saca da soja está em torno de R$ 47. Mas para os produtores o preço só vai ter importância daqui a quatro meses, quando começar a colheita.
Fonte: Globo Rural