Embrapa lança livro sobre embalagens de frutas e hortaliças

As embalagens utilizadas pelas cadeias produtivas de frutas e hortaliças, desde a colheita até a comercialização, são uma das principais causas de perdas destes produtos registradas no País, com índices que variam entre 20% e 30%. Com o propósito de reduzir esse percentual e melhorar a qualidade dos alimentos que chegam ao consumidor, a unidade Hortaliças da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) lançou o livro Embalagens para comercialização de frutas e hortaliças no Brasil.

Os autores Rita Luengo e Adonai Gimenez Calbo consultaram especialistas de instituições de pesquisa, órgãos de regulação e centrais de abastecimento. Pesquisadores de duas instituições de Portugal, a Universidade do Porto e a Universidade Católica Portuguesa também contribuíram com informações técnicas.

Com 256 páginas, a publicação aborda temas, como embalagens usadas no Brasil e na União Europeia, legislação, tipos e novas opções de matérias-primas, higienização, doenças transmitidas e interações com o meio ambiente.

O livro custa R$ 45,00 e pode ser adquirido na Livraria Virtual da Embrapa (livraria.sct.embrapa.br) ou no Setor de Vendas da Embrapa Hortaliças, pelo telefone (61) 3385-9115.


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Faet busca ampliar seguro rural no estado do Tocantins

O presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Tocantins (Faet), o deputado federal Junior Marzola (DEM), se reuniu ontem com a diretoria dos Sindicatos Rurais do Estado para discutir o seguro rural. A Faet elaborou um protocolo de intenções com a empresa Allianz Seguros, que tem a proposta de criar produtos específicos para o Tocantins, atendendo às necessidades de cada produtor e região do Estado.

Em matéria publicada pelo Jornal do Tocantins no último dia 7, foi mostrado que o seguro rural está distante da realidade tocantinense e que entre as modalidades ofertadas o seguro agrícola é o mais buscado. Mesmo assim teve, em 2010, somente 22 contratações, contra 123 em 2009, conforme dados do Banco do Brasil (BB). Para Marzola, esta baixa procura deve ser creditada ao alto custo do seguro e à dificuldade de acesso por parte dos produtores.

A partir daí, a entidade convidou a Allianz a apresentar os seus produtos. Na reunião de ontem a empresa ouviu dos presidentes dos sindicatos rurais do Estado as necessidades de cada município. (Maisa Lima, com Faet)



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