Empresários Chineses têm interesse em investir no Tocantins



O governador Carlos Henrique Gaguim apresentou as potencialidades do Tocantins a um grupo de empresários chineses do ramo de agronegócio, que tem interesse em investir no Estado.

O governador foi recebido pelo secretário adjunto de Relações Institucionais do Mapa, Lino Colsera, que intermediou o encontro.

O vice-governador de Guangdong, Li Ronggen, afirmou que apesar da província ser a mais industrializada da China, possui um terreno montanhoso e apenas 25% das suas terras são agricultáveis. Ronggen trouxe um grupo de empresários chineses que quer investir em arroz e carnes bovina, suína e de aves no Brasil.

Diante da explanação do governo do Tocantins, os chineses demonstraram interesse em conhecer o Estado. “A relação entre a província e o Tocantins certamente será bastante promissora. Essa visita ao Brasil vai trazer boas oportunidades, especialmente ao Tocantins, fortalecendo as relações bilaterais”, disse Roggen.

O governador destacou a posição geográfica do Estado no Corredor Centro-Norte de Exportação, a intermodalidade de transportes e o potencial agrícola do Tocantins. “Eles querem investir no ramo agrícola, pois é uma província de 100 mil habitantes com muitas indústrias, mas pouco alimento. A gente quer fazer essa parceria entre Brasil e China”, afirmou Carlos Gaguim depois de demonstrar o potencial do Estado para produção de alimentos.

O governador convidou a comitiva chinesa para visitar o Tocantins e afirmou que pretende conhecer a província e as instalações das empresas em breve.

Participaram da reunião os secretários de Agricultura, Roberto Sahium; de Representação, Carlos Patrocínio, e o de Relações Internacionais, Júlio César Resende. (Ascom/Representação Brasília)
Fonte: Secom Portal Vermelho


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Grupo deve investir R$ 30 milhões para implantar granja de postura de ovos


Um grupo empresarial com sede em Bastos, São Paulo, com tradição na postura de aves, começa a investir na região Norte. A área para construção dos barracões - 300 hectares - já está definida e fica a 20 Km de Sinop, na MT-140, na divisa com município de Santa Carmem. 

A confirmação foi feita, ao Só Notícias, pelo secretário de Agricultura Clóvis Sanches. A empresa irá investir R$ 30 milhões. “A prefeitura será parceira com isenção de impostos, terraplanagem da área, instalação da rede elétrica, transporte do maquinário de São Paulo até Sinop. É uma conquista de mais 200 empregos diretos gerados aqui”, afirmou Sanches.

A capacidade de postura será de 1 milhão de ovos dia. O projeto é começar a construir a infra-estrutura tão logo o contrato de compra da área seja efetivado. Na primeira etapa, será construída a fase da cadeia produtiva, barracões, fábrica de ração e máquinas para embalagem dos ovos. Não foi confirmado quando a construção deve iniciar, mas a previsão inicial é chegar no final do ano com a estrutura pronta.

A estratégia de comercialização já foi traçada, atendendo o mercado em Mato Grosso, Amazonas e Pará. A indústria em São Paulo é uma das primeiras no Brasil a exportar ovo em pó, uma novidade no mercado.
Autor: Só Notícias/Julio Tabile
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Setor de panificação não deve sofrer aumento de preços por retalição ao trigo americano


Segundo informações da Associação Brasileira da Indústria de Panificação e Confeitaria (Abip) não há motivo para preocupação em relação ao aumento de preços dos produtos do setor de panificação e confeitaria no Brasil, em decorrência da retaliação ao trigo norte-americano, cuja importação ficará 30% mais cara.

O Brasil não é dependente do trigo norte-americano. No ano passado foi importado menos de 2% do trigo consumido no Brasil.

A decisão do governo brasileiro de retaliar a importação de alguns produtos dos Estados Unidos tem deixado empresários do setor e consumidores preocupados, porém de maneira equivocada segundo o presidente da (Abip), Alexandre Pereira da Silva.

Em 2009, a produção nacional de trigo foi de 10,5 milhões de toneladas. Para atender a demanda do mercado brasileiro, foram importadas apenas 215 mil toneladas de trigo norte-americano (menos de 2%) e 3,2 milhões de toneladas da Argentina (cerca de 30%).

Se for necessário importar o grão do Hemisfério Norte, o Brasil pode recorrer ao Canadá, país que oferece produto de qualidade e custo de frete semelhante ao norte-americano.


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