As principais raças e a origem do equino Pônei

Tudo sobre cavalos-Um guia 200 raças

Os pôneis são uma família de eqüinos de pequeno porte e ao contrário do que muitos criadores pensam, são animais primitivos, ligados e identificados com a própria origem dos eqüinos. A definição das diversas raças de pôneis ocorreu mais recentemente e expressa a ação selecionadora do homem e os novos ambientes de criação disponíveis desde os primórdios da domesticação dos cavalos.

Existem muitas raças de pôneis espalhadas por vários continentes, sendo que as mais tradicionais se encontram na Europa. Na América do Sul além dos pôneis argentinos, uruguaios e paraguaios destacam-se os pôneis brasileiros que são as raças Piquira e Brasileira. A Associação Brasileira dos Criados do Cavalo Pônei (ABCCP), procura, através do Padrão Racial, padronizar os animais das raças Brasileira e Piquira, controlando também as raças exóticas como Shetland inglesa e americana, Welsh Moutain Pony também inglesa e, a austríaca, Haflinger. Cada raça controlada pela ABCCP seguem seu Padrão Racial apresentando desclassificações comuns.

A raça Brasileira é a mais popular raça pônei de origem nacional, sendo simplesmente conhecida como Pônei. Ainda está em formação e caracteriza-se por animais de pequeno porte cujo objetivo é estimular o interesse, na criança, pelas atividades eqüestres, além de serem utilizados na tração de pequenas viaturas e em diversas atividades esportivas.

Esta raça originou-se do cavalo pônei da raça Shetland, da Escócia, e dos animais Falabella, da Argentina, além da influência de animais oriundos do Uruguai e Paraguai. Nos últimos cinco anos, o criatório nacional começou a ter infusão de animais provenientes dos Estados Unidos da América, os minicavalos americanos. É criada em todo território Nacional, snedo os Estados de maior expressão o Rio Grande do Sul, São Paulo e Minas Gerais, este último considerado o Estado berço da raça.

A raça Piquira é caracterizada por animais de pequeno porte pertencendo, portanto, à família pônei, é de origem nacional e bastante rústico. É conhecido popularmente como "mangalarga em miniatura".
O que destaca o Piquira das outras raças de pôneis é a qualidade do seu andamento e a sua docilidade. A marcha é o objetivo primário dos criadores não importando se batida ou picada sendo que o trote e andadura são desclassificantes para registro definitivo. Quanto ao temperamento é um animal bastante dócil e resistente. É usado na lida com o gado, para esporte e lazer. É pouco difundida no Sul do país mas bem apreciada em Minas Gerais e Nordeste.

Os animais são registrados com 36 meses de idade e a altura máxima hoje, é 1,30 para machos e 1,28 para fêmeas com altura ideal de 1,22 m para machos e 1,20 m para as fêmeas, sendo que a altura da garupa não deve exceder mais de 0,02 m da altura na cernelha. Todas as pelagens são permitidas exceto pseudo-algina (gázeo ou pombo).

As raças que contribuíram para a formação do Piquira foram a Mangalarga Marchador, Brasileira e os animais nordestinos cruzados com éguas comuns de menor porte, sendo que hoje já está bastante padronizada e a infusão destas raças ocorre em pequena escala. Apenas o "Catingueiro" ainda é aceito pelos criadores do Nordeste e como o livro do Registro Genealógico continua aberto, estes animais são registrados por se enquadrarem bem no Padrão Racial em vigor. Os criadores hoje buscam um animal harmonioso mas rústico, com aptidão para sela, de andamento marchado e muito cômodo.

CNA vai sugerir ao Ministério preço mínimo por cabeça de bovinos

A Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) vai sugerir ao ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, que o preço mínimo para a cabeça de gado seja de R$ 1,3 mil, independente da idade, raça ou tamanho do boi. A informação foi dada hoje a jornalistas pelo presidente do Fórum Nacional Permanente de Pecuária de Corte da Confederação de Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Antenor Nogueira, após a participação de audiência pública na Comissão de Agricultura da Câmara.

Durante a audiência, Nogueira enfatizou por duas vezes que o setor de carne bovina está excluído da Política de Garantia do Preço Mínimo (PGPM) e que já solicitou encontro com o ministro para incluir a solicitação do setor antes do lançamento do Plano Agrícola e Pecuário, previsto para ser divulgado no dia 22 deste mês. "Peço aos senhores deputados que nos ajudem a incluir a carne no PGPM porque ficamos alheios", defendeu.

"A ave pode, o suíno pode e ninguém nos dá uma explicação técnica e plausível para o motivo de a carne bovina não poder (fazer parte do programa). O presidente do Fórum disse ainda estar confiante em ser recebido pelo ministro Stephanes nos próximos dias para discutir o tema.

Associação defende liberação de registro para clonagem de gado zebu

O superintendente técnico da Associação Brasileira dos Criadores de Zebu, Luiz Antônio Josahkian, destacou a importância para a pecuária brasileira da liberação de registro no país dos bovinos clonados, que antes era proibido. Em entrevista ao programa Revista Brasil, da Rádio Nacional, ele justificou que, de um universo estimado em 200 milhões de cabeças de gado, o Brasil conta com cerca de 160 milhões de genes zebuínos.

O país desde 2003 vem liderando o mercado internacional de carnes e, segundo ele, não poderia ficar em situação de desigualdade em relação a outros países criadores, onde o registro é permitido. Isto porque o desenvolvimento da raça é um fator econômico importante, levando em conta que a clonagem envolve a valorização genética dos modelos obtidos.

Com o registro de clonagem do zebu liberado, a quantidade da linhagem fica assegurada. Mas, Josahkian lembra que a medida tomada pelo Mapa - Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, não reflete no consumo da carne, mas apenas no desenvolvimento da raça, e destaca que "tudo pode ser feito com transparência e sob o acompanhamento da sociedade".
Fonte:Globo Rural


MULHERES SENSUAIS

Bayer saúde e agronegócios abre inscrição para Programa Trainee a estudantes empreendedores

Tudo sobre Gestão Agribusiness


O Grupo Bayer, empresa multinacional com atuação nos setores de saúde e agronegócios, abriu as inscrições para o programa de trainee para o ano de 2010. O salário é de R$ 3.924,00.

A Bayer convida você jovem universitário ou recém-formado com até 2 anos de formado, para participar do Programa de Trainee Bayer 2010.

Desde 1896 no Brasil, o Grupo Bayer é organizado em três Divisões de negócios:

Bayer HealthCare, Bayer CropScience e Bayer MaterialScience que operam de maneira quase independente e estão totalmente alinhadas aos seus respectivos mercados. Esta estratégia tem como principal objetivo ampliar o foco em inovação e crescimento do Grupo.

A partir de produtos e serviços desenvolvidos com tecnologia avançada, a Empresa contribui para melhorar a qualidade de vida da população mundial, criando valores a partir da inovação, crescimento e melhor produtividade.

O Programa Bayer tem como objetivo desenvolver jovens talentos de todo o Brasil para enfrentarem desafios e assumirem posições futuras na empresa.

O programa também visa proporcionar aos trainees oportunidade de aprendizado teórico e prático, alinhados aos valores e à cultura da Bayer.

Durante o Programa, que tem duração de 2 anos, o trainee poderá ampliar sua visão de negócios e desenvolver um projeto alinhado a sua área de atuação e interesse, além de desenvolver suas habilidades técnicas, comportamentais e de gestão.

Para ser elegível ao Programa de Trainee Bayer os seguintes requisitos devem ser preenchidos:

• Formandos entre Dezembro de 2007 e Dezembro de 2009;
• Cursos: Administração de Empresas, Administração com Ênfase em Marketing, Ciências da Computação, Economia, Engenharia da Computação, Engenharia de Produção, Marketing, Publicidade e Propaganda e Sistemas de Informação.
• Inglês Avançado/Fluente
• Domínio de Informática
• Disponibilidade de residir fora da cidade/estado de origem.

Perfil desejado: jovens empreendedores, determinados, bom relacionamento interpessoal, pensamento analítico e habilidade para trabalhar em equipe.

O Programa de Trainee da Bayer tem duração de 24 meses. Durante esse período, o trainee vivencia três etapas de desenvolvimento:

1a. Fase - Integração: esta fase tem como objetivo facilitar a ambientação e a assimilação do negócio, valores e cultura da empresa, por meio de palestras e visitas orientadas.

2a. Fase - Desenvolvimento: proporciona uma visão completa do negócio no qual o trainee irá atuar, permitindo a aquisição de conhecimentos práticos. Além disso, esta fase é composta de treinamentos técnicos e comportamentais com foco no auto-desenvolvimento.

3a. Fase - Projeto Aplicativo: um dos grandes desafios do Trainee será desenvolver um projeto inovador com aplicabilidade ao Negócio Bayer. Ao término do Programa, os trainees deverão apresentar seu Projeto Final.

Ao longo do Programa, o Trainee será acompanhado por um Tutor - um gestor da empresa focado no processo de desenvolvimento do trainee. Além desse acompanhamento pessoal e direto, serão realizados feedbacks dos gestores das áreas e dos profissionais de Recursos Humanos.

A Bayer oferece salário compatível com as práticas de mercado, assistência médica, assistência odontológica, seguro de vida, alimentação, participação nos resultados, previdência privada e desconto em medicamentos.

Etapas do processo Seletivo:
- Seleção de currículos cadastrados nos sites do grupo Bayer Brasil, testes técnicos e comportamentais;
- Dinâmicas de grupo;
- Entrevistas individuais com executivos do grupo e com profissionais da área de Recursos Humanos.
www.bayer.com.br

Brasil aumenta exportação de flores conforme dados do Instituto Brasileiro de Floricultura

Coração de Rosas

O Brasil está ajudando o mundo a ficar cada vez mais florido. É o que mostram os números de exportações do setor de floricultura: de janeiro a setembro, a receita das vendas externas chegaram a US$ 24,2 milhões - pouco menos do que o país exportou durante o ano de 2005 inteiro, US$ 25,7 milhões. Olhando de uma perspectiva maior, o setor de comercialização de flores vem crescendo já há alguns anos. As informações são do Portal do Agronegócio.

De 2000 para cá, houve um crescimento nas exportações de 515%. Os dados são do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior e do Instituto Brasileiro de Floricultura (Ibraflor).

Segundo o Ibraflor, a expectativa é de que em 2008 o setor atinja os US$ 80 milhões em embarques.

Os dados do instituto mostram que o principal tipo de produto exportado são as mudas de plantas ornamentais. No primeiro semestre, as exportações das mudas representaram 53,49% do total exportado, somando US$ 8,072 milhões.

As flores e botões de corte frescos representaram apenas 10,12% das exportações do primeiro semestre. Embora ainda seja pequeno, é um setor que tende a ser cada vez mais exportado. Alagoas é um exemplo de exportador de flores tropicais em buquê. Toda semana, são exportados 1,5 mil buquês para supermercados na França e na Suíça.

Hoje, o Brasil exporta para 30 destinos, sendo a Holanda o maior comprador. Os Estados Unidos vêm em segundo lugar no ranking dos importadores. Itália, Canadá, Espanha, Alemanha e México são alguns dos outros compradores. "Ainda há muitos mercados para se explorar, entre eles, os países árabes", diz Léa Lagares, coordenadora nacional de floricultura do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae). "Inclusive, estamos abertos a parcerias para atingir esse mercado específico".
Paisagismo Brasil

Congresso de Sementes das Américas reúne cadeia do principal insumo do agronegócio

Sementes de Girassol

Maior evento do setor de sementes do continente, o Congresso de Sementes das Américas (Seed Congress of the Americas) chega em 2009 a sua segunda edição em setembro, desta vez com o Brasil como sede. O evento acontece entre os dias 28 e 30 de setembro, no Hotel Bourbon Spa Resort, em Atibaia (SP), e espera reunir cerca de 500 participantes, entre empresas, produtores de sementes e de insumos e profissionais do agronegócio. No dia 29.09.09, a Palestra de abertura será proferida pelo ex-ministro da fazenda Maílson da Nóbrega, cujo tema será “perspectivas da Economia Brasileira”.

O congresso é realizado pela Associação Brasileira de Sementes e Mudas Mudas (Abrasem) e a Seed Association of the Américas (SAA) e tem por finalidade reunir profissionais e técnicos do agronegócio internacional para compartilhar experiências e atualizar conhecimentos sobre o negócio de sementes.

A organização SAA – Seed Association of the américas é representada no Brasil pela Abrasem, uma de suas associadas, e integra entidades que representam 55% do mercado mundial de sementes, estimado em US$ 37 bilhões. A SAA tem como pilares institucionais a defesa do melhoramento genético, da produção e do comércio de sementes na região. Para isso, promove o intercâmbio entre a atividade privada e os setores públicos, em busca de políticas normativas que permitam incrementar o mercado regional e a adoção de novas tecnologias na área de sementes.

Temas de relevância para este mercado, tais como "Aspectos Fitossanitários no Comércio Internacional de Sementes", "Propriedade Intelectual", "Biotecnologia" serão abordados e discutidos durante o congresso. Além disso, durante os dois dias de reuniões e debates um ambiente planejado para fazer contatos, a "Rodada de Negócios", será reservado para a troca de oportunidades.
Jornal A Hora

Indústria Bunge oferece vagas em Programa de Trainee à jovens estudantes

Gestão e Qualidade Agrobusiness

A empresa Bunge, indústria de fertilizantes, agronegócios e alimentos, está em busca de jovens talentos de todo o país para compor o seu Programa de Trainee 2010.

As vagas para os estudantes são na seguintes áreas: administração, agronomia, ciências contábeis, direito, economia, estatística, geologia, logística, marketing, medicina veterinária, nutrição, psicologia, química, zootecnia e engenharias agrícola, agronômica, alimentos, elétrica, eletromecânica, mecânica, mecatrônica, minas, naval, produção e química.

Requisitos – As vagas destinam-se a alunos que estejam concluindo o curso superior ou tenham se formado há no máximo dois anos. Possuir nível de inglês avançado e estar disponível para mudanças de cidade também fazem parte das exigências.

O contrato dos trainees terá duração de 12 meses. Neste período, os colaboradores irão desenvolver uma visão dos negócios da companhia, adquirir conhecimentos nas diferentes cadeias de valor e explorar as suas competências técnicas e comportamentais.

Outras etapas envolvem treinamentos internos e externos, além de integração com a política da empresa nas áreas administrativa, comercial, distribuição, logística, meio ambiente, novos negócios, originação, processos, produtos de consumo, produção de ingredientes para nutrição animal, produtos para indústria de alimentos, qualidade, segurança e suprimentos internacionais

As inscrições serão recebidas até o próximo dia 30, pela internet, em www.bunge.com.br e www.bungealimentos.com.br.

Empresa Carpelo oferta máquinas agrícolas em leilão

Até 7 de outubro é possível participar do leilão de tratores e implementos agrícolas da Carpelo, empresa de implantações e manutenções florestais, como parte de um programa de renovação da frota de máquinas agrícolas.

Dos 229 lotes disponíveis para ofertas, a maioria possui até três anos de uso, destacando-se 106 tratores agrícolas de pneus New Holland, Jonh Deere e Ford, 81 implementos agrícolas e 6 tratores de esteira Komatsu. Os lotes estão localizados nas cidades de Curvelo, MG, Nova Viçosa, BA, Arroio Grande, RS e Guaíba, RS. Os bens serão vendidos no estado em que se encontram e sem garantia. As oportunidades de financiamento devem ser consultadas.

O leilão, a cargo da empresa Superbid, será finalizado às 14h de 7 de outubro. As fotos e descrições completas dos ativos estão disponíveis no site. Para ofertar lances, é necessário estar cadastrado e solicitar habilitação - todo o processo pode ser online. Os interessados em conferir os ativos antes da compra deverão entrar em contato com a central de atendimento da Superbid, por meio do telefone (11) 2163-7800, ou pelo e-mail cac@superbid.net.

Venda de máquinas impulsiona vagas de emprego na indústria

Gestão Agribusiness

Novas condições para aquisição de máquinas agrícolas e boa expectativa para a safra 2009/2010 faz com que os produtores rurais vão as compras.antes a rever projeções. Os fabricantes de máquinas esperam ultrapassar o recorde de 43,4 mil unidades vendidas em 2008. As indústrias deverão oferecer um maior números de vagas de empregos, esta mão de obra que foi dispensada dispensada entre o final de 2008 o início deste ano.

Sustentada até Junho pelo programa "Mais Alimentos", voltado a máquinas menores para a agricultura familiar, a indústria ganhou novo impulso com o Programa de Sustentação do Investimento (PSI), que baixou para 4,5% os juros na compra de equipamentos pela agriculta empresarial. Com previsão de acabar em Dezembro, o estímulo leva produtores a correr para fechar negócios em concessionárias como a Agrofel, da New Holland, em Passo Fundo, norte do Rio Grande do Sul.

– Dobrou a procura de tratores e colheitadeiras (em relação ao ano passado) por causa desse financiamento. Agora, esperamos que as vendas se confirmem, já que o negócio depende da aprovação do financiamento – explica o gerente, Marcelo Paludo.

Há otimismo também na Massey Fergusson, com fábricas de tratores em Canoas e de colheitadeiras em Santa Rosa, noroeste do Estado. A AGCO, controladora da marca, demitiu cerca de 630 pessoas no RS.

– Estamos em revisão de volumes, e a tendência para novas contratações é positiva – adianta Fábio Piltcher, diretor de marketing da Massey Ferguson, ressalvando que pleno emprego ainda depende de exportações.

Os fabricantes, que no início do ano temiam queda de 15% em tratores, agora pensam em recuperação.

– Não há porque pensar em um número menor (em relação a 2008). E igualar 2008 já seria muito bom – avalia Gilberto Zago, vice-presidente de máquinas agrícolas da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), referindo-se às vendas atoladas pela crise.

Na John Deere, que produz tratores na cidade gaúcha de Montenegro e colheitadeiras em Horizontina, também no noroeste do Estado, há mais cautela. Depois de dispensar 740 funcionários, a empresa ainda não fala em recolocações, mas projeta mais vendas de tratores. E torce pela prorrogação da redução de juro, que traciona o mercado de colheitadeiras.

– Seria excelente. Não só para a indústria, mas para toda a cadeia – avisa o diretor comercial da John Deere, Werner Santos.

Contato de parceria com o "Agricola e Pecuária"

Olá amigos é um prazer recebê-los aqui no www.agricolaepecuaria.com.br . Estamos abertos para parceria de links e também estamos abertos para comercialização de publicidade de banners de vosso site, empresa.

Também publicamos matérias de vossa empresa devidamente assinadas e dentro do comportamento ético comercial. Publicamos matérias a respeito do seu produto agrícola, sementes, fertilizantes, insumos em geral, máquinas e implementos agrícolas etc.

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Agricultores do Chile acusam empresa de promover lei em detrimento da 'Agricultura Familiar'

Organizações de camponeses e indígenas que promovem a "Agricultura Familiar e Orgânica no Chile" acusam a empresa Monsanto de promover um projeto de lei no Congresso que busca, segundo as entidades locais, a privatização das sementes nativas.

A Monsanto, que detém 90% da produção global de transgênicos e que, no Chile, reproduz sementes transgênicas de milho e soja para exportação, é acusada pelas organizações de estar por trás do projeto de lei enviado pelo governo.

Junto à Rede de Ação em Praguicidas e suas Alternativas para a América Latina (Rapal), a comunidade local conseguiu adiar a aprovação dos artigos 46, 47 e 48 da nova lei chilena, que é analisada pela Comissão de Agricultura da Câmara Baixa.
O artigo 48 - que será analisado na terça-feira - legaliza o fim dos direitos dos agricultores sobre o produto total da colheita.

As organizações, que acusam a medida de ser prejudicial à biodiversidade e de abrir o Chile aos produtos transgênicos, também recordam que em fevereiro de 2008 foi aprovado um projeto semelhante na Costa Rica. Contudo, o agricultor costa-riquenho não perdeu todos os seus direitos. Já no Chile, a norma abriria caminho para que "as plantações fossem apropriadas por uma transnacional ou uma outra empresa".

Para Guillermo Riveros, presidente da Associação de Agricultores Orgânicos de BioBio, "estes artigos implicam a introdução dos cultivos transgênicos". "Não sabemos onde estão os cultivos de sementes orgânicas de exportação e demonstra-se que não é possível a co-existência entre transgênicos e cultivos orgânicos. É o futuro da agricultura orgânica que está em jogo", completou.
Ansa)

Como plantar e cultivar o tomate?

Plantio - O tomate pode ser plantado o ano todo, desde que em regiões onde o clima é ameno. Temperaturas muito baixas, como geadas, ou calor em excesso, prejudicam o desenvolvimento e a produção do tomateiro. Em locais frios, o cultivo deve ser realizado entre os meses de agosto e janeiro. Plante de março a maio em áreas com temperaturas elevadas. A colheita é feita de 90 a 100 dias depois do início do transplante.

Ambiente - O tomateiro se dá bem em locais com condições climáticas variadas, porém com pouca chuva. Pode ser encontrado em regiões de clima tropical de altitude, subtropical e temperado. Mas a cultura prefere ambientes com temperatura noturna entre 15 e 19 graus e diurna de 19 a 24 graus.

Local - Para cultivar o tomate, o terreno deve ser profundo, solto, permeável, bem drenado, areno-argiloso e com pH entre 5,5 e 6,5. O espaçamento entre plantas pode variar de 50 a 60 centímetros e, entre os sulcos, de um a 1,20 metro.

Irrigação - Mantenha o terreno sempre úmido. Irrigue as plantas a cada dois ou três dias. Boa incidência de sol também é recomendado, pois evita o desenvolvimento de plantas finas e quebradiças.

Dica - O tomateiro apresenta bom crescimento quando no mesmo canteiro são plantadas ervas aromáticas.

Propagação - Inicie o plantio do tomateiro pelo sistema de mudas produzidas em bandejas de isopor. Coloque as sementes, que podem ser compradas em lojas de produtos agropecuários, nas células preenchidas com um substrato comercial. Evite o excesso, porém molhe diariamente as mudas nessa fase inicial. Mantenha as bandejas em ambiente protegido, para impedir ataque de pragas e insetos transmissores de doenças, como traça-do-tiro, ácaros, mosca branca, tripes, pulgões e burrinho.

Transplante - As plantas são transplantadas para o local definitivo assim que as mudas atingirem de quatro a cinco folhas, ou de sete a dez centímetros de altura. Sem apertar muito as hastes, amarre varas de bambu ou madeira de dois metros de altura em cada planta.

Colheita - Com muitos ramos e caule flexível, o tomateiro tem sua colheita depois de 90 a 100 dias do início do transplante. Como o tomate continua amadurecendo fora do pé, pode ser colhido ainda não maduros.

*Leonardo Silva Boiteux e Leonardo de Britto Giordano são pesquisadores em genética e melhoramento de hortaliças da Embrapa Hortaliças, Rod. BR-060, km 9, Caixa Postal 218, CEP 70359-970, Brasília, DF, tel. (61) 3385-9072 e 3385-9073, boiteux@cnph.embrapa.br e giordano@cnph.embrapa.br
Mais informações: Para outras orientações sobre cultivo de tomate, entre em contato com a Emater - Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do seu estado


Cabritos e Ovelhas

Maringá inaugura "Central de Recebimento de Embalagens Vazias de Agrotóxicos"

Foi inaugurada no mês de Agosto a "Central de Recebimento de Embalagens Vazias de Agrotóxicos de Maringá". As embalagens de agrotóxicos antes eram jogadas no meio ambiente ou eram armazenadas de forma irregular.

Agora as embalagens do veneno são recolhidas, tratadas e recicladas na Central de Recebimento de Embalagens. A inauguração das novas instalações faz parte das comemorações do Dia Nacional do Campo Limpo, que integra o calendário oficial brasileiro. A Central vai atender a 50 municípios da região.

As novas instalações ficam em uma área de 1,3 mil metros quadrados localizada na Estrada Velha para Paiçandu e têm capacidade para coletar 600 toneladas de embalagens vazias de agrotóxicos por ano. Depois de receber os resíduos, a unidade vai selecionar, lavar e separar as embalagens que vão seguir para reciclagem ou incineração.

“A nova estrutura vai dar condições para que o agricultor faça o agendamento de entrega das embalagens com tranquilidade dentro do que a legislação prevê", disse o gerente da Central, Waldir Baccarin.

A iniciativa pela implantação da nova Central de coleta é da Associação dos Distribuidores de Insumos e Tecnologia Agropecuária (Adita), com apoio do Instituto Nacional de Processamento de Embalagens Vazias (Inpev).

De acordo com levantamento feito pela Adita, Maringá está em terceiro lugar no recolhimento e destinação correta de embalagens, com um volume de 408 toneladas recolhidas em 2008, ou 1,42 milhão de embalagens entre papelão, plástico, vidro e metal. O que representa cerca de 94% do volume de embalagens colocadas no mercado da região.

Ainda, segundo o levantamento, durante o ano de 2008 o Paraná ficou em segundo lugar no ranking dos estados que mais encaminharam embalagens vazias de produtos fitossanitários para o destino final ambientalmente correto, ou seja, para reciclagem ou incineração.

No ano passado foram processadas adequadamente 2,9 mil toneladas de embalagens de agrotóxicos. O volume significa um crescimento de 12,8% em relação ao mesmo período de 2007. Atualmente existem 375 unidades de recebimento de embalagens vazias em todo o país, entre postos e centrais. O Paraná dispõe de 14 centrais e 58 postos de coleta de embalagens vazias de agrotóxico.

Gestão Agribusiness

Crise na Suinocultura faz produtores se reunirem com governo

Os produtores de suínos se reuniram neste mês de Agosto com representantes do governo para tentar encontrar saídas quem vem atingindo o setor a algum tempo.

Os produtores de suínos alegam que a crise econômica e financeira que atingiu todos os setores da economia não voltou a sua normalidade na suinocultura. O preço da carne de suínos caiu pela metade de Outubro de 2008 até hoje se estabilizou abaixo dos custos de produção.

Diante de tal crise para o setor faz-se necessário relações com os governantes afim de encontrar uma saída, explicou José Arnaldo Cardoso Penna, vice-presidente da Asemg (Associação dos Suinocultores do Estado de Minas Gerais), que representou o Estado durante as reuniões dos dias 18 e 25 de agosto solicitadas através da ABCS, em Brasília.

No dia 18 representantes dos 12 Estados que integram o quadro de afiliados à Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS) entregaram ao Ministro de Estado da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Dr. Reinhold Stephanes, documento reivindicando apoio oficial nas seguintes propostas: renegociação das dívidas dos produtores de suínos, nova linha de crédito para retenção de matrizes e inclusão da suinocultura no programa de garantia de preços mínimos do Governo Federal. “Entendemos a atividade de criação de suínos como elo de uma complexa cadeia produtiva e não se furtam à parte do esforço conjunto que deve ser feito para superar as dificuldades do momento” comentou Irineu Wessler, presidente da ABCS.

No dia 25 foi a vez dos suinocultores irem à Câmara dos Deputados discutirem, durante audiência pública, os interesses dos produtores frente a criação da empresa Brasil Foods (BRF) resultado da fusão Sadia e Perdigão. Estavam presentes no debate o gerente do departamento de acompanhamento e Gestão da carteira da área de mercado de capitais do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), André Mendes; o conselheiro relator do processo no Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE), Paulo Furquim; o presidente da Perdigão, José Antônio Prado Fay; o diretor-presidente da Sadia, Gilberto Tomazoni; o presidente do Sindicato dos Avicultores do Distrito Federal, Luiz Gonzaga Rodrigues Lopes, e o conselheiro para mercado da Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS), Rubens Valentini.

Cada participante do processo teve direito a uma apresentação para a defesa dos seus interesses. O representante dos produtores de suínos, Rubens Valentini, apoiado por suinocultores de diversos Estados do país, também presentes, falou da importante relação de integrados com integradoras, sejam eles de suínos ou de aves. Um dos pleitos citados por Valentim, que entrará como terceira interessada no processo no CADE, é discutir as práticas de definição de preços, inclusive no mercado dos insumos. Outra preocupação apontada foi a relação aos contratos de integração. “Precisa-se construir uma lei que consiga ser benéfica a toda a cadeia”, disse.

Para o vice-presidente da Asemg uma negociação nessas proporções tem impacto sobre milhares de produtores que trabalham com frango, suínos e leite. “Ainda não há uma legislação específica que proteja essa relação. A fusão trará um grande impacto sobre milhares de trabalhadores nas fábricas, no mercado de alimentos no Brasil e na concorrência no setor”, completou.

Fica a critério do CADE os pontos a serem considerados ou impostos no processo de fusão. Como principal conquista já alcançada dos produtores, requerido pelo deputado Assis do Couto, será criada uma sub-comissão dentro da Comissão da Agricultura para acompanhar o projeto de lei 4.378 de 1998, que regulamentará as relações de integração.
Fator Brasil

Cortador de pelos