Ministro aprova consumo de carne suína

O Ministério da Agricultura anunciou medidas para evitar queda nos negócios com a carne de porco. A preocupação é que, com o temor da gripe suína, o consumo caia.

O Ministro Reinhold Stephanes ouviu o apelo do setor e reuniu a imprensa para dizer que o consumo de carne suína é seguro porque não há qualquer evidência de que o vírus da gripe, que surgiu no México, seja transmitido pelo consumo da carne de porco.

Stephanes reconheceu que há muita apreensão entre criadores e exportadores que temem redução nas vendas, mas informou que ainda não há números que mostrem esta queda. O ministro descartou a adoção de medidas sanitárias emergenciais já que a produção do Brasil obedece os critérios estabelecidos pela Organização Mundial de Saúde Animal.

Até agora o governo não recebeu nenhum comunicado externo de suspensão de importações da carne suína brasileira, mas para garantir a manutenção dos embarques, o Ministério da Agricultura vai enviar um documento aos principais compradores reafirmando a qualidade do sistema de produção brasileiro.

O primeiro a ser procurado é a Rússia, que representa quase 50% das nossas exportações e que já cancelou a compra das carnes de porco do México e dos Estados Unidos.

“Nós mantemos, por enquanto, uma visão muito otimista. Nós achamos que o mercado vai se manter. Por um lado podemos ter uma perspectiva até de aumento de mercado, já que está havendo restrição do mercado americano por parte de alguns países e eventualmente o Brasil poderia ocupar, por suas condições de produção”, afirma Reinhold Stephanes, ministro da Agricultura.

Para mostrar ao mercado interno a qualidade da carne produzida aqui, a estratégia também foi anunciada. “Temos que esclarecer a população que não há nenhum problema. Eu posso garantir que o presidente da república e eu mesmo, vamos a um restaurante, no sentido de comer a carne suína, para mostrar que não há nenhum problema”, afirma Stephanes.

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Arrozeiro destroi tudo antes de sair da reserva em RR

O fazendeiro Paulo César Quartiero, maior produtor rural instalado no interior da Terra Indígena Raposa Serra do Sol, em Roraima, decidiu adotar a política da terra arrasada. Insatisfeito com a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que determinou a sua saída daquela área até quinta-feira, ele está disposto a não deixar nada em pé. Nenhuma casa, galpão, curral, rede de eletricidade, sistema de irrigação, nada que possa ser utilizado pelos índios, que, na sexta-feira, devem tomar posse das duas fazendas que ele possui naquela área.

Ontem à tarde, na Fazenda Depósito, que fica a cerca de 170 quilômetros da capital, Boa Vista, a movimentação era intensa. Carretas enormes e fechadas deixavam a fazenda levando o rebanho da raça canchim que Quartiero possui, com quase 5.000 cabeças. Em outra parte, grupos de peões retiravam telhas, portas, esquadrias, estruturas metálicas, enfim, todo o material que pode ser aproveitado em outra obra. Logo atrás deles, vinha uma enorme retroescavadeira, derrubando paredes e revolvendo pisos.

Quartiero é o maior produtor de arroz irrigado de Roraima, com índices de produtividade que se aproximam dos obtidos nos Estados do Sul. Ele também planta soja e cria gado. Mas não possui títulos legais das terras que começou a ocupar no final dos anos 70.

De acordo com as leis do país, ele não tem direito a indenização pelas terras nas quais investiu pesadamente, devendo receber apenas pelas benfeitorias. Mas, ele contestou o valor avaliado pelo governo e se recusou a receber a primeira parcela depositada. A decisão de destruir tudo cria um novo atrito com a Justiça e com o governo.

Técnicos da área ambiental que estiveram em sua fazenda o acusam de ter destruído matas ciliares, áreas de preservação permanente, além de ter poluído os rios. As multas chegam a R$ 36 milhões.

Comentando sua saída, Quartiero disse: "Perdemos. Mas vamos sair de cabeça erguida. Quem vai ficar aqui são os fundamentalistas da Igreja Católica (numa referência ao Conselho Indigenista Missionário), a serviço dos interesses internacionais." As Fonte:O Estado de S. Paulo.


Gestão Agribusiness




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Presidente da CNA vem a Mato Grosso para discutir crise no setor

A senadora e presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Kátia Abreu, programou viagem para Mato Grosso nesta semana. A visita é parte das atividades do programa CNA em Campo. Na sexta-feira (24), ela se reunirá com lideranças do setor produtivo, parlamentares e líderes do governo para debater as questões do agronegócio no País e no Estado.
Durante as visitas, Kátia Abreu será acompanhada pelo presidente da Famato, Rui Prado, e diretores; presidente do Senar-AR/MT, Normando Corral e superintendentes; consultores técnicos da CNA e parlamentares mato-grossenses.

De Cuiabá, a senadora segue viagem para o município de Sorriso, no Norte do Estado. Em evento na cidade, Kátia Abreu fará a palestra sobre o papel da agropecuária no desenvolvimento socioeconômico do País. Na ocasião, o secretário executivo do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) também fala sobre a entidade.

No dia 25 de abril, sábado, o grupo segue para Tangará da Serra, no Médio Norte do Estado. A região, que inclui os municípios de Nova Olímpia e Barra do Bugres, é produtora de cana-de-açúcar. Atualmente, há duas usinas instaladas e novos projetos estão em fase de planejamento.
AE



Reprodutor Touros





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Brasil previne contra febre aftosa nas fronteiras

Seiscentas mil doses de vacina contra febre aftosa foram entregues ao Serviço Nacional de Sanidade Agropecuária e Alimentar da Bolívia (Senasag) pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). A doação começou no início deste mês e faz parte de acordo firmado pelo ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, e o vice-ministro de Agricultura e Desenvolvimento Rural da Bolívia, Remy González, em setembro de 2008, em Brasília. Até o final do ano, o governo brasileiro enviará mais 1,4 milhão de doses da vacina.

A entrega da primeira remessa foi na cidade de Corumbá/MS, no pátio da Receita Federal, com fiscalização e acompanhamento de técnicos do Mapa. Segundo o Departamento de Saúde Animal da Secretaria de Defesa Agropecuária (SDA), outras ações estão sendo realizadas em parceria com o governo boliviano para avançar no processo de erradicação da febre aftosa.

Vacinação - Cerca de 800 mil bovídeos de propriedades de Mato Grosso do Sul, que ficam na fronteira com Paraguai e Bolívia (Zona de Alta Vigilância), devem ser imunizados até 15 de maio. Catorze municípios começaram, este mês, a Campanha Nacional de Vacinação contra a Febre Aftosa. As vacinas são aplicadas e declaradas pelos veterinários e servidores.

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Crise mundial derruba lucro líquido da Cargill

A crise financeira e seus efeitos sobre a atividade econômica global derrubou o lucro líquido global da Cargill no terceiro trimestre deste exercício 2009, encerrado em 28 de fevereiro. Em comunicado, a múlti americana informou que a queda em relação a igual intervalo do exercício 2008 foi de 68%, para US$ 326 milhões. No trimestre encerrado em fevereiro do ano passado o lucro líquido consolidado do grupo foi de US$ 1,03 bilhão, recorde histórico.

Segundo o comunicado, os reflexos da crise deixaram suas marcas apesar de o grupo ter tentado se preparar para ela, com redução de custos e do endividamento, entre outras medidas. Houve queda de ganhos em todas as áreas de atuação da múlti - originação e processamento, serviços agrícolas, ingredientes e aplicações, industrial e gerenciamento de risco e financeira. A queda de lucros da Mosaic, empresa de fertilizantes na qual a participação da Cargill é de 64%, também colaborou. Cargill e Mosaic estão entre as maiores companhias que atuam no Brasil em seus respectivos mercados.

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MESA CIRÚRGICA VETERINÁRIA


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Suinocultura enfim começa a respirar

Enfim a suinocultura respira com mais tranquilidade, depois dos meses complicados que vinha passando, embora continue navegando em águas turbulentas. O setor vive uma situação, no mínimo, dramática, desde que a crise econômica eclodiu no 2º semestre de 2008. Outro ponto frisado pelos produtores e encampando pelo presidente da Associação Paranaense dos Suinocultores (APS), Irineu Wessler, é o baixo consumo da carne no país, que não passa dos 13 quilos per capta anuais, enquanto os austríacos consomem 73 quilos per capta anuais.
Irineu elenca os dados significativos da cultura no estado e alguns projetos, realizados em parcerias com entidades estaduais, que podem melhorar a situação do setor. “A APS atende cerca de 7 mil produtores em todo estado, o setor de suinocultura gera mais de 288 mil empregos diretos e indiretos, contribuindo com 12,34% de arrecadação do PIB (Produto Interno Bruto) do agronegócio”, enumera.

Audiência com Requião
Ainda em fevereiro Irineu e membros da diretoria da APS participaram de um encontro com o governador Roberto Requião e o secretário de Agricultura Valter Bianchini. “Levamos algumas reivindicações do setor nesta audiência, principalmente na questão do projeto PróSuíno que é a isenção de 60% da taxa de luz entre as 21 horas e 6horas aos produtores inscritos no programa”. O PróSuíno foi lançado em Toledo, dia 20, pelo governador Requião. “Para se inscrever o produtor deve procurar a Emater, preencher o cadastro e passar na Associação (rua Maranhão, bairro Luther King) para que possa validar o cadastro”, explica Irineu.

Merenda Forte
Também temos o projeto Merenda Forte, que será realizado em parceria com o governo do estado nas escolas. “Esse projeto objetiva levar ao conhecimento das pessoas como é produzida a carne suína. Assim, estaremos conscientizando as crianças a consumirem mais carne suína”, explana. “O governo entra com o material didático e a APS com as instrutoras, nutricionistas, mobilização das escolas e creches e insumos para elaborar os pratos”.

Grande festa a base de carne suína
O presidente da entidade considera a atenção do governo Requião e do secretário Bianchini para o setor dos suínos muito boa, disse ainda que “muitas parcerias podem ser realizadas”. “O governador propôs inclusive uma festa na praça Castelo Branco, em Curitiba, com a presença de 25 a 30 mil pessoas. Todo cardápio seria a base de carne suína, sob todas as suas variações: leitão assado no carrosel, porco no rolete e leitão light na grelha”, adianta. “Através da festa e da mídia que vai girar em torno dela poderemos divulgar mais a carne suína e aumentar o consumo de carne per capta no país, que é muito baixo”, pondera.
Em Francisco Beltrão o consumo per capta gira em torno de 20 quilos anuais, enquanto na região Sul é de 18 quilos.
www.aquisudoeste.com.br


Cabritos, Ovelhas





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Expo Londrina mostra que setor produtivo tem espaço para crescer

Em visita à 49ª Expo Londrina 2009, nesta terça-feira (7), o governador em exercício, Orlando Pessuti, disse que a movimentação financeira de 23,6% contabilizada nos cinco primeiros dias, em 18 leilões realizados (em relação ao ano passaado), demonstra que o setor produtivo ainda tem espaço para crescer. Pessuti percorreu a Expolondrina acompanhado do presidente da Sociedade Rural do Paraná, Alexandre Kuref.

“O presidente da Sociedade Rural informou que nestes cinco dias de leilões a Exposição movimentou R$12,5 milhões. Em 2008 foram R$21 milhões em 11 dias. Mesmo com a crise mundial vamos superar as expectativas, tanto em valores arrecadados como em volume de visitantes”, disse Pessuti. Segundo ele, a diversificação da Expo Londrina torna o evento uma das maiores feiras agroindustriais do país.

Na feira se encontra gado europeu e indiano, cavalos, ovinos, caprinos, suínos, demonstrações de cães de raça para o pastoreio e exposição de máquinas e veículos agrícolas, comércios e gastronomia. “Também participam empresas privadas e públicas que, assim como o governo do estado, apresentam pesquisas já feitas pelo Iapar, tecnologias e informações para que os produtores tenham renda maior”, afirmou o governador em exercício.

Previsões feitas pela FAO (órgão das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação) indicam que nos próximos 20 anos a produção de alimentos deve crescer 50% para atender a demanda. E que muitos países com populações mais pobres estão melhorando o nível de consumo alimentar, migrando para proteínas mais nobres.

A Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec), informa que em nove anos o Brasil aumentou 10 vezes a produção de carne para exportação. Em 2008 foram exportados para União Européia 270.579 toneladas.

“O nosso balanço dá uma expectativa maior a cada evento. Neste ano, mesmo com um cenário mundial diferente do ano passado, contabilizamos um público maior nos shows e recorde nas vendas em leilões”, afirmou o presidente da Sociedade Rural do Paraná, Alexandre Lopes Kureeff. Outra contribuição importante da Feira para a economia local é a geração de empregos. Segundo o presidente da Rural, a Feira gera cerca de 5mil empregos diretos todos os anos.

A Emater está promovendo 11 eventos e mantém expositores nas 32 unidades didáticas da Via Rural. O trabalho da Emater é baseado na inclusão social e melhoria da qualidade de vida rural pelo fortalecimento das economias locais e regionais e a preservação ambiental. A Via Rural Fazendinha e a Via Rural Eventos, além da Feira Sabores do Paraná, mostram aos visitantes programas e projetos voltados ao desenvolvimento econômico aliados à preservação ambiental.

A Expo Londrina apresenta ainda programas que atendem mais especificamente o produtor como plantio de manejo do café, irrigação noturna, trator solidário, bicho da seda, fruticultura, turismo rural, peixe, biodiesel, plantas medicinais, leite, pastagem, ovinos e caprinos, agroecologia, apicultura, tanque rede, mata ciliar, olericultura, cultivo florestal, palmito, agroindústria e bosque do meio ambiente rural.

No final da tarde desta quarta-feira (8), o governador em exercício, Orlando Pessuti, participa do 17º Encontro Estadual de Café e do lançamento da 7ª edição do “Café Qualidade Paraná”, prêmio que classifica o melhor café produzido no estado. Na seqüência da programação, os produtores debaterão técnicas de colheita do grão, coordenados por Otávio de Oliveira da Luz, da Emater Carlópolis.
http://www.paranashop.com.br


Reprodutor Touros





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Governo e parlamentares mineiros buscam solução para cafeicultura

O governador de Minas Gerais, Aécio Neves, o secretário de Agricultura do Estado, Gilman Viana Rodrigues e parlamentares de Minas Gerais, entre eles o deputado federal Paulo Piau (PMDB-MG) reuniram-se hoje em Brasília, com o ministro da Fazenda, Guido Mantega para discutir as reivindicações do governo de Minas e dos produtores rurais para a cafeicultura brasileira.

De acordo com Paulo Piau a reunião foi objetiva, com proposta de solução rápida visto que o ministro e parlamentares entraram em acordo.

“Todos concordaram que o Brasil não tem uma política para o café e o preço de venda é muito baixo trazendo poucas divisas para o país e pouca renda aos cafeicultores. A política de estocagem através de opção de compra e rever a governança da agricultura são pontos fundamentais”, coloca.

Mantega também sinalizou favoravelmente a conversão das dívidas financeiras do setor em sacas de café a um preço base de R$ 320,00 por saca, com pagamento num prazo de até 20 anos. A primeira parcela do pagamento seria em novembro de 2010. Caso o mercado apresente preços mais remuneradores que o valor de referência na data do pagamento da prestação, cabe ao produtor optar pela entrega do produto físico ou quitar a prestação em dinheiro.

O governo de Minas e os produtores também reivindicam a implantação, pelo governo federal, de um programa de leilões de Opções Públicas de Venda de Café com suporte orçamentário de R$ 1 bilhão. O objetivo é evitar o excesso de oferta do produto. A dívida dos cafeicultores brasileiros está estimada em R$ 4,2 bilhões.

O Ministro da Fazenda disse também que discutirá as questões na próxima semana com o Ministro da Agricultura, Pecuária Abastecimento e Desenvolvimento Rural, Reinhold Sthephanes e tão logo sejam acertadas as questões finais os parlamentares serão comunicados.

Minas Gerais é o maior produtor de café do Brasil. Em 2008, a produção mineira foi de 23 milhões de sacas, cerca de 50% da safra nacional. O café é o principal produto da pauta de exportações do agronegócio estadual. No ano passado, as vendas de Minas para o mercado internacional movimentaram US$ 3 bilhões.

No Brasil, a cadeia produtiva do café gera 10 milhões de empregos diretos e indiretos. As lavouras de café estão presentes em 1,8 mil municípios do país.
Diovana Miziara
Assessora de Comunicação Dep. Paulo Piau
Com informações da Secretaria de Agricultura de Minas Gerais


Cortador Pêlos Animais






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Plantadeira Agrícola John Deere Série 1100

Esta é a plantadeira John Deere série 1100. Possui chassi em aço modular reforçado de elevada resistência e durabilidade. Seu chassi é projetado para possibilitar a montagem de vários espaçamentos entre linhas, garantindo total adequação as suas necessidades de plantio. Grande facilidade de remoção das linhas de plantio, sem interrupções por longarinas soldadas.

Possui cabeçalho escamoteável reforçado de alta resistência e durabilidade, grande facilidade de transporte. Seu engate com diversas regulagens de altura e grande mobilidade horizontal e vertical, garante facilidade e rapidez de engate da plantadeira ao trator e permite que o conjunto ultrapasse obstáculos sem danificar o cabeçalho e a barra de tração do trator.

A nova plantadeira 1100 John Deere conta também com extensor da plataforma, que permite abastecer a plantadeira diretamente de uma carreta, permitindo a aproximação da carreta sem riscos com manobras.

Vão livre do disco de corte ao solo permite grande capacidade de sobrepor obstáculos em transporte sem danificar os discos.

Rodado com suporte reforçado de alta durabilidade posicionado bem ao centro da plantadeira permite que ela copie o terreno com maior desempenho.


Possui marcador de linha com acionamento hidráulico (opcional) de fácil regulagens que facilita o plantio evitando sobreposição ou falhas.



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Preço do algodão estabiliza com retração vendedora

Os preços do algodão em pluma se estabilizaram no mercado interno, após atingirem os menores patamares do histórico do Cepea. Entre 24 e 31 de março, o Indicador CEPEA/ESALQ ? 8 dias para pagamento ? permaneceu estável, fechando na terça-feira, 31, em R$ 1,1153/lp.

No acumulado do mês, contudo, o Indicador apresentou queda de 3,22%. Produtores continuaram resistentes a novos negócios, o que manteve a liquidez baixa. As ligeiras altas das cotações no mercado externo também retraíram ainda mais as vendas internas. Compradores, por sua vez, tiveram dificuldades em encontrar tipos mais finos da pluma.
Fonte: Cepea

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Stefhanes diz que agronegôcio está dentro da normalidade

Apesar da agropecuária brasileira estar abalada com a atual conjuntura econômica, no qual segmentos como o da pecuária de corte, vem enfrentando graves abalos, o ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Reinhold Stephanes, afirmou que o setor do agronegócio ainda mantém-se em certa normalidade. Segundo ele, o segmento de bovinos é o que está enfrentando a maior dificuldade nos últimos tempos, porém, com apenas três Estados afetados: Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.

"Nos outros Estados, o problema foi contornado com a abertura de novas empresas, que substituíram as que fecharam", explicou. Ele acrescenta que, enquanto a pecuária de corte enfrenta os obstáculos, a exportação de suínos registrou alta no primeiro trimestre de 2009, se comparado ao mesmo período de 2008, e o frango teve redução de 5% nas vendas para o mercado externo, mas com perspectivas de voltar retomar a comercialização com a abertura do mercado chinês.

Reinhold Stephanes foi um dos palestrantes da Tecnoshow Comigo 2009, feira tecnológica e de negócios, que será realizada até sábado (4), em Rio Verde. Com o tema "Legislação Ambiental", o ministro, em entrevista coletiva, comentou que ninguém é multado por ser agente poluidor de rios que passam dentro das cidades, como o Rio Tiete, por exemplo. "O agricultor é um ecologista, pois é do meio ambiente que ele tira o próprio sustento." Por outro lado, ele afirma que se a Legislação Ambiental for aplicada conforme está previsto, 1 milhão de produtores terão que deixar o campo.

Para o ministro, as causas dos fechamentos dos frigoríficos são de conhecimento. Segundo ele, a visão do ministério é de que o produtor tem matéria-prima para oferecer, há mercado, porém os problemas financeiros que assolaram as indústrias fez a diferença. "Eles não esperavam a crise, que elevou o valor do dólar perante o real e consequentemente todos os créditos que deveriam ser pagos na moeda americana deveriam ser feitas com o valor do dia, e não mais com o valor negociado", esclarece.

Quanto ao seguro rural, Stephanes observou que "o modelo não é adequado.

Precisamos de seguros que garantam o preço e cubram efeitos das condições climáticas", enfatizou.

A Tecnoshow Comigo prossegue até sábado (04). Amanhã (02), a programação abrange reuniões técnicas da Comissão de Pecuária de Leite da FAEG, às 10h e reunião da Comissão de Pecuária de Corte, marcada para as 16h. As informações são da Faeg/Senar, de Rio Verde.
http://ultimosegundo.ig.com.br


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