Agricultura orgânica sem agrotôxicos é sinônimo de produtos saudáveis

Os produtos orgânicos são cultivados sem o uso de agrotóxicos, adubos químicos e outras substâncias tóxicas e sintéticas. A ideia é evitar a contaminação dos alimentos ou do meio ambiente. O resultado desse processo são produtos mais saudáveis, nutritivos e com mais qualidade de produção, o que garante a saúde de sua família e a do Planeta.

A agricultura orgânica busca criar ecossistemas mais equilibrados, preservar a biodiversidade, os ciclos e as atividades biológicas do solo. Esta é a razão pela qual o agricultor orgânico não cultiva produtos transgênicos, pois ele não quer colocar em risco a diversidade de variedades que existem na natureza.

Verduras, legumes, frutas, castanhas, carnes, pães, café, laticínios, sucos e outros produtos "in natura" e processados _ só podem ser considerados orgânicos se forem cultivados dentro de ambiente de plantio orgânico, respeitando todas as regras do setor.

O comércio de produtos orgânicos no Brasil, bem como no mundo, depende da relação de confiança entre produtores e consumidores e dos sistemas de controle de qualidade. As leis brasileiras abriram uma exceção à obrigatoriedade de certificação dos produtos orgânicos para agricultura familiar que hoje pode vender os orgânicos diretamente aos consumidores finais. Para isso, porém, os agricultores precisam estar vinculados a uma Organização de Controle Social - OCS.

Açaí é uma fruta brasileira rica em antioxidantes que combate o envelhecimento

O açaí (Euterpe oleracea), também chamado uaçaí, açaí-branco, açaí-do-pará, açaizeiro, coqueiro-açaí, iuçara, juçara, palmiteiro, palmito, piná e tucaniei[1], é uma palmeira que produz um fruto bacáceo [1] de cor roxa muito utilizado na confecção de refrescos.(wikipedia)

O açaí, fruta que faz o maior sucesso nas academias brasileiras, conquistou definitivamente o exterior. O motivo é que os pigmentos que dão à fruta aquela cor roxa intensa possuem ingredientes que, de tão nutritivos, fazem dele um dos alimentos mais saudáveis que existem. A fruta é rica em antioxidantes que combate os radicais livres que promovem as doenças e o envelhecimento.

A alta quantidade de compostos que trazem benefícios ao corpo fazem do açaí um alimento poderoso, afirma a nutricionista Ana Paula Mendonça. O açaí é rico em vitaminas, cálcio, ferro, fibras, fósforo, minerais e potássio.

Importância Econômica

O açaí é um dos produtos amazônicos que experimentaram considerável evolução na oferta e, principalmente, na demanda, expandindo-se para o mercado nacional e internacional nas duas últimas décadas.

A boa aceitação do produto no mercado se deve às suas características alimentares e funcionais, por conter consideráveis níveis de antocianinas e ácidos graxos insaturados, entre outros atributos diferenciados.

Da polpa dos frutos, obtém-se o suco, utilizado como alimento e como componente de suplemento alimentar e cosméticos, principalmente. A produção agrícola e extrativa do açaí reveste-se de importância ambiental, na medida em que, quando realizada de forma racional, pode auxiliar a conservação da Floresta Amazônica.

O açaí tem um antioxidante excelente para a saúde.
Do ponto de vista social, a atividade é exercida predominantemente por populações tradicionais e agricultores familiares, sendo, normalmente, uma das principais fontes de renda dessas famílias. Tem sido estimado que as atividades de extração, transporte, comercialização e industrialização de frutos e palmito de açaizeiro são responsáveis pela geração de 25 mil empregos diretos e geram anualmente mais de R$ 40 milhões em receitas.

A Árvore do Conhecimento do Açaí oferece informações sobre a produção de açaí, abrangendo as fases de pré-produção, produção e pós-produção, além do acesso a recursos de informação na íntegra. As informações podem ser obtidas pela navegação numa estrutura ramificada em forma de árvore hiperbólica, por hipertexto ou pelo serviço de busca.

Colheita e pós-colheita

O açaizeiro inicia seu ciclo de produção de frutos com a idade entre 3 e 4 anos. A sua inflorescência é formada por um conjunto de ramos com números variáveis de flores masculinas e femininas que, após o desenvolvimento dos frutos, é conhecido por cacho (Fig. 1).

O florescimento ocorre durante todos os meses do ano, com o pico entre os meses de fevereiro e julho. Após a abertura (antese) e fecundação das flores, são necessários, aproximadamente, de 5 a 6 meses para os frutos atingirem a fase de colheita.

A produção anual de cachos frutíferos por touceira depende da fertilidade e umidade do solo, e da luminosidade. Cada cacho, freqüentemente, contém algumas centenas de frutos que, quando maduros, têm a coloração roxo-escura, por isso muitas vezes é denominado de roxo ou preto, sendo exceção o açaizeiro do tipo branco, com a coloração verde.

Na Região do Estuário Amazônico se destacam duas épocas perfeitamente diferenciadas para a produção de frutos de açaizeiro:

- Safra de inverno: Corresponde à época das chuvas e os frutos, nesse período, normalmente são colhidos em diferentes estágios de maturação, têm a coloração roxo-azulada e o açaí produzido é considerado de qualidade inferior.

- Safra de verão: Ocorre no período de estiagem, com um volume de produção de duas a três vezes maior que a safra de inverno. Os cachos apresentam maior homogeneidade quanto ao estágio de maturação e o açaí obtido tem a coloração vermelho-arroxeada, o qual é considerado de melhor qualidade sensorial.


Cestos usados para o acondicionamento de frutos de açaizeiro
Despolpadeira de Açai

Sistema de Alerta ajuda a garantir boa safra de pêssego no RS

O trabalho de monitoramento e de orientação aos produtores de pêssego da região de Pelotas/RS feito pelo Sistema de Alerta surtiu efeito. A colheita do fruto – praticamente toda finalizada até a virada do ano – indica uma boa safra, de 55 mil toneladas, livre da mosca-das-frutas.

O Sistema de Alerta envolveu um trabalho coordenado pela Embrapa Clima Temperado (Pelotas/RS), em parceria com a Emater/RS-Ascar e a Universidade Federal de Pelotas (UFPel), que buscou livrar os pomares de pêssego da ameaça de uma infestação do inseto. Equipes monitoraram a população da mosca em Pelotas, Morro Redondo/RS e Canguçu/RS e repassaram orientações aos agricultores. O trio de cidades responde por grande parte da produção nacional do fruto.

Semanalmente, boletins foram publicados e entregues aos produtores, com informações sobre o nível de infestação dos pomares e com recomendações para evitar o crescimento populacional da mosca. Também foram repassadas informações em cursos e via meios de comunicação.

O Sistema de Alerta foi criado para evitar a infestação dos pomares pela mosca-das-frutas, já que os inseticidas tradicionalmente usados pelos agricultores estão proibidos. A falta de informação sobre quais passos adotar no cultivo poderia inviabilizar toda a safra local.

Boletins
Os boletins foram entregues em mãos aos agricultores, distribuídos em vendas e mercados do interior e colados em pontos como paradas de ônibus e igrejas. Ao todo, foram 18 edições consecutivas com as últimas novidades e recomendações sobre o cultivo do pêssego. Com o fim da safra 2011-2012, a publicação de boletins semanais será interrompida e deverá retornar a partir do segundo semestre, antes do início da próxima safra.

Bruno Zamora Teoro (SC3005JP)
Núcleo de Comunicação Organizacional
Embrapa Clima Temperado
(53) 3275-8113

Brasil supera Reino Unido e agora é sexta economia do mundo

O Brasil agora tem a sexta maior economia do mundo, ultrapassando o Reino Unido. A conquista da economia brasileira foi publicada pelos principais jornais britânicos nesta segunda-feira. O Daily Mail traz a informação ressaltando que Grã-Bretanha está, pela primeira vez, atrás de uma nação sul-americana.

O jornal The Guardian atribui a perda de posição à crise bancária de 2008 e à crise econômica que persiste em contraste com o crescimento vivido no Brasil, principalmente por causa das exportações para a China. Os periódicos britânicos se basearam na pesquisa do Centre for Economic and Business Research’s.

Em 2010, o Brasil ficou como sétima maior economia do mundo depois de ultrapassar a Itália. Este ano a estimativa do Ministério da Fazenda é de que o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro cresça algo em torno de 3% e 3,5%. A crise econômica mundial reduz em 0,5% a 1% o crescimento do país neste ano. Mesmo assim, o Brasil está em destaque no cenário mundial.




Confira a liga de economias mundiais:

1 – Estados Unidos
2 – China
3 – Japão
4 – Alemanha
5 – França
6 – Brasil
7 – Reino Unido
8 – Itália
9 – Rússia
10 – Índia

Brasil não é só país do futebol

A matéria do Daily Mail traz a imagem do Cristo Redentor, no Rio de Janeiro onde há uma justificativa para o crescimento da economia brasileira. Segundo o jornal, o maior país da América Latina subiu de posição por causa das vastas reservas e recursos naturais, além de uma classe média com dinheiro nas mãos. Abaixo dessa imagem está a foto da Tower Brigde, um cartão-postal de Londres. A legenda diz que Reino Unido definha com a crise europeia e está ficando para trás.

O Daily comenta ainda que o  Brasil é geralmente associado com o futebol e favelas, mas a nação está se tornando rapidamente um dos “motores da economia global”.
Fonte:(www.em.com.br)

Estudo revela que uma laranja por dia reduz o risco de AVC

As flavononas, nutrientes encontrados em laranjas e noutras frutas cítricas, parecem reduzir o risco de acidente vascular cerebral isquêmico (AVCI) em mulheres adultas. 

Esta é a constatação dos investigadores e estudiosos da Universidade de East Anglia (Norwich, Inglaterra), após analisarem todas as informações nutricionais de aproximadamente 70 mil mulheres do Nurses Health Study. Este estudo acompanhou estas mulheres por um período médio de 14 anos.

O AVCI é causado pela obstrução das artérias cerebrais. As mulheres com os níveis mais altos de flavanonas na sua dieta apresentaram uma redução do risco relativo de um AVCI na ordem de 19%, quando comparadas com as mulheres que ingeriram menores quantidades de flavanonas. O benefício preventivo das frutas cítricas em relação ao AVCI não parece relacionar-se com a presença da vitamina C.

A maioria das flavanonas consumidas pelas mulheres do estudo foram provenientes de laranjas ou sumo de laranja (63%), no entanto, comer a fruta inteira provavelmente seja a melhor maneira de aumentar o consumo de flavononas. «Devido ao maior teor de flavanonas das frutas cítricas, e também, o teor de açúcar dos sumos de frutas comerciais, recomendamos um aumento preferencial da ingestão das frutas cítricas», disse Aedín Cassid, investigador principal do estudo.

As flavanonas são um dos seis tipos de flavonoides, os quais conferem inúmeros benefícios nutricionais e preventivos. Após a análise dos relatórios dietéticos fornecidos pelas participantes do estudo a cada quatro anos, os cientistas observaram grandes variações na ingestão de flavonoides: 97 até 761 mg por dia, em média. O chá foi o maior contribuinte para os níveis de flavanoides, seguido das maçãs, laranjas ou sumo de laranja. Diferentemente das flavononas, a ingestão total de flavonoides não associou-se a uma redução do risco de AVCI.

Brasil grande produtor de suco de laranja


O estudo foi publicado no Journal of the American Heart Association.
Diário Digital

Coamo distribui R$160 milhões em sobras aos cooperados

Em assembleia realizada ontem, os cooperados da Coamo aprovaram as contas do Conselho de Administração e anunciaram a distribuição de mais de R$ 160 milhões em sobras que começam a ser pagas a partir desta segunda-feira em todas as unidades da cooperativa.

Em 2011, o faturamento ficou em 5,96 bilhões, o que representou um crescimento de 25% em relação a 2010.

Hoje a cooperativa está espalhada por 63 municípios nos estados do Paraná, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul. Nas 115 unidades foram entregues uma produção de 5,65 milhões de toneladas, equivalente a 3,5% da produção nacional de grãos e fibras.

O engenheiro agrônomo José Aroldo Gallassini, diretor-presidente da Coamo explicou que o ano de 2011 foi especial. “Ele pode ser considerado um marco na história da Coamo, que registrou um sólido desempenho econômico-financeiro com receitas globais de R$ 5,97 bilhões.”

O montante de R$ 161 milhões em sobras é referente ao exercício de 2011 e será entregue de acordo com a movimentação de cada associado na cooperativa. “Os bons resultados alcançados pela Coamo neste ano são frutos da confiança e apoio dos nossos associados e do comprometimento, esforço e profissionalismo dos nossos funcionários, que juntos possibilitaram o recebimento de uma grande safra e o fornecimento dos insumos necessários, culminando em um dos melhores desempenhos econômico e financeiro de nossa cooperativa”, destaca Gallassini.

Para a diretoria, os resultados positivos também foram fruto das orientações quando a tecnologias e procedimentos operacionais para a produção responsável de alimentos repassadas pelos profissionais que disponibilizaram assistência técnica agronômica e veterinária. No ano passado, foram investidos mais de R$ 150 milhões para reduzir os custos e agregar valor à produção. Além disso, houve aumento da capacidade de recebimento e armazenagem de produtos agrícolas com a construção, ampliação e melhorias em diversas unidades.

Outro investimento foi no parque industrial, que foi responsável por 1,76 milhões de toneladas de soja, 49,61 mil toneladas de trigo, 2,04 mil toneladas de café beneficiado e 6,68 mil toneladas de algodão em pluma. Ao longo do ano também foram recolhidos R$ 284,34 milhões em impostos, taxas e contribuições sociais.

Governo vai agilizar mecanismos de proteção a produtores rurais

Em reunião realizada na manhã desta segunda-feira, 09 de janeiro, na Casa Civil, os ministros Mendes Ribeiro Filho (Agricultura, Pecuária e Abastecimento); Gleisi Hoffmann (Casa Civil); Fernando Bezerra Coelho (Integração Nacional) e Nelson Barbosa (interino da Fazenda) discutiram a criação de novos mecanismos de proteção aos produtores rurais que tenham perda de renda em virtude de situações de emergência, como secas e enchentes.

O Mapa e a Fazenda vão apurar os números de quebra de safra junto aos agentes financeiros e governos estaduais e darão ênfase aos mecanismos já existentes de prorrogação das dívidas previstos no Manual do Crédito Rural, que podem ser acessados imediatamente pelos agricultores.

O governo federal estudará ainda novas formas de agilizar as renegociações de dívidas bem como as indenizações via seguro rural. “Temos consciência dos problemas que enfrentam nossos produtores. Por isso, vamos buscar novos mecanismos de socorro com a maior rapidez possível”, enfatizou Mendes Ribeiro Filho. 

As medidas vão beneficiar tanto os produtores com capacidade de pagamento, quanto aqueles que estão enfrentando dificuldades para quitar os financiamentos ou tiveram perdas de infraestrutura.

Produtores de uva atingidos por granizo pedem ajuda ao governo federal

Pelo menos dois mil produtores rurais foram afetados pela chuva de granizo que atingiu a Serra do Rio Grande do Sul na última quinta, dia 15. Somente em Flores da Cunha, 20% da safra de uva foram perdidos, com prejuízo de até R$ 15 milhões. Em Bento Gonçalves, cerca de 500 hectares foram afetados.

O balanço parcial foi apresentado neste domingo, dia 18, a um representante do Ministério da Agricultura. Segundo o diretor-executivo do Instituto Brasileiro do Vinho, Carlos Raimundo Paviani, as próximas duas safras serão afetadas. Os produtores pedem ao governo que as dívidas sejam zeradas.

O secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Caio Rocha, informou que espera o relatório final dos prejuízos para que o governo federal possa anunciar uma forma de auxiliar os produtores.

O município de Caxias do Sul calcula prejuízos que chegam a R$ 25 milhões. Estima-se que 1,2 mil pessoas tenham sido afetadas, em cerca de 300 propriedades, pelo temporal. A Defesa Civil ainda finaliza o levantamento de estragos. Nesta sexta, a Comissão de Defesa Civil do Município sugeriu ao Poder Executivo que seja decretada situação de emergência. O relatório completo, que deve ficar pronto na próxima segunda, dia 19.