Obrigado ......Parceiros Agrícola e Pecuária

Olá amigos aqui é o Donizete e você está recebendo esta mensagem porque está cadastrado no site Agrícola e Pecuária.

Porém venho comunicar a vocês que estamos com um novo projeto de um site que está muito legal, apesar de estar no início já estamos com exatamente 7.147 fãs neste momento no Facebook. Trata-se de uma página de vinhos. Se chama "DEGUSTAR VINHOS" e  está tendo uma ótima aceitação na comunidade.

Solicito que confiram nos seguintes endereços:


Presente para quem curtir a página:

Quem se cadastrar neste link abaixo estou presenteando com um maravilhoso E-book de 33 páginas "Passo a Passo Como Degustar Vinhos".


Quem ficar em dúvida antes de se cadastrar é somente conferir o endereço em seu navegador e no Facebook.


Um abraço a todos

Antonio Donizete Cardeal Santana
Campo Mourão -PR
Agricola e Pecuária

Jacu Bird Coffee - O café mais caro do mundo é encontrado nas fezes do Jacu

Para os amantes do café que gostam de apreciar e discutir o aroma desta bebida saborosa, agora tem um motivo a mais para ser reunir nos pontos de encontro e dar opinião sobre o famoso café "Jacu Bird Coffee" ou o café do Jacu brasileiro.

A grande descoberta deste tipo de café vem do povoado de Sumatra na Indonésia onde existe o café mais caro do mundo o "Kopi Luwak". Nas lavouras de café onde os grãos são cultivados existem os gatos de algalha. Esses gatos comem os grãos, ingerem e depois defecam. Os aldeões coletam e processam as fezes. É a combinação de grãos e sucos gástricos destes gatos que dá ao Kopi Luwak o sabor e aroma que não se compara.

Gatos de algalha ou Kopi Luwak que da sabor e aroma ao café
Agora estas novidade vem sendo empregada no Brasil especialmente no estado do Espírito Santo na região de Venda Nova do Imigrantes na fazenda Camocim. A fazenda de tem aproximadamente 300 ha entre produção de café e eucalíptos. A diferença básica é o processo do animal. O gato de Sumatra faz uma digestão mais lenta, é um mamífero. O jacu uma ave, tem uma digestão muito mais rápida.

Como aqui no brasil não tem os gatos de algalha, quem processa o café para deixa-lo saboroso é o Jacu. O jacu vem de manhã cedo ou madrugada, come o café, que passa por um processo no intestino, depois defeca os mesmos debaixo dos pés de café. O trabalhador com muito cuidado para não deixar nada para trás, passa a recolher em meio dos cafezais os dejetos que valem ouro que o jacu deposita. Posteriormente são devidamente higienizados e torrados e os grãos viram o café mais caro do mundo.

Com o nome inglês de “Jacu Bird Coffee”, Henrique Slope, proprietário da Fazenda Camocim, está levando para o mundo inteiro este café.



O Jacu-coffe só é servido em determinadas cafeterias de Tóquio, Londres, Los Angeles e São Francisco. A produção da Camocim ainda é pequena e tudo que produz tem consumo certo. No Brasil é possível encontrar e saborear o Jacu Bird Coffee na rede Suplicy de Cafés Especiais, chegando a custar em torno de R$2.400,00 o kilo. Uma xícara deste café especial custa em torno de R$14,00.



A Mulher na Agricultura Orgânica e em Novas Ruralidades

Conhecer e reconhecer o papel da mulher agricultora nos novos processos produtivos em curso, voltados a atualizar o lugar do rural nas sociedades contemporâneas, a partir do sistema de produção da agricultura orgânica, foi a pretensão maior deste trabalho.

A autora identifica as estratégias adotadas pela agricultura familiar para a dinamização e manutenção de modos de viver o meio rural, ao mesmo tempo em que identifica as possibilidades de dar visibilidade ao espaço rural nas sociedades modernas. 

O estudo foi realizado entre agricultores orgânicos da Região Metropolitana de Curitiba, com o objetivo de apontar o papel que a mulher agricultora desempenha, desde o processo produtivo até a sociabilidade necessária à manutenção de um “meio rural vivo”, onde a agricultura orgânica aparece como uma estratégia. Paula Guatimosin.



Autora: Karen Follador Karam
Fonte: CI Orgânicos
Site: http://www.ciorganico.agr.br

Mulheres na atividade de agricultura ecologica e familiar

Ministério da Agricultura apoia a agricultura familiar e produtos orgânicos

Cada dia mais as mulheres estão presentes nas atividades agrícolas. O que tem se notado é que a atividade agrícola familiar em pequenas propriedades, muitas vezes são encabeçadas por mulheres  desde os mais simples negócios até as mais complexas tomadas de decisões.

O governo têm amparado as mulheres na agricultura familiar através de programas do Ministério da Agricultura que visam beneficiar as famílias para que permaneçam no campo.

O agronegócio têm se constituído uma atividade de renda considerável para  estas famílias que até então não tinha como se manter nas pequenas propriedades rurais.  O Ministério da Agricultura está disponibilizando eventos, feiras, cursos, palestras, financiando os negócios destas famílias e fazendo novos investimentos para melhorar a produção de produtos orgânicos

Conferência do leite têm encontro agendado para definir plano de ação

Em reunião da Câmara Setorial do Leite nesta terça-feira, 14, no Ministério da Agricultura, o presidente da Subleite, deputado Alceu Moreira (PMDB/RS), anunciou que no fim do mês de junho os delegados da Conferência Nacional devem se reunir em Brasília (DF) para definir um plano de ação.

Alceu Moreira explicou que os delegados - que representam todos os entes envolvidos na cadeia leiteira,  acompanhados dos membros da câmara setorial, devem elencar quais os prazos a serem cumpridos pelos órgãos de governo, além de elaborar uma estratégia para cobrar efetividade nas ações propostas pelo texto final da conferência.




Agricultura familiar ganha espaço em feira agrícola e aumenta volume de negócios

O valor recorde de R$ 2,6 bilhões em negociações na 20ª Agrishow (Feira Internacional de Tecnologia Agrícola em Ação), em Ribeirão Preto (313 km de São Paulo), não teve participação maciça apenas de produtos de luxo --como aviões, helicópteros, lanchas e camionetes-- e de grandes máquinas destinadas ao agronegócio.

A agricultura familiar, segundo a organização do evento, também registrou uma participação importante no volume de negócios gerados, graças, sobretudo, a linhas de financiamento público.
Vice-presidente da Abimaq (Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos), João Marchesan não informou o total negociado no setor, mas apontou que ele ganha cada vez mais destaque na feira.

"Os fabricantes de máquinas agrícolas estão dando um foco muito importante na agricultura familiar. É um setor que tem andado bem."






Márcia Ribeiro/Folhapress

Máquina exposta na Agrishow, feira agrícola que movimentou R$ 2,6 bilhões em cinco dias em Ribeirão Preto

Empresas com estandes na feira focaram nos peque os e médios produtores, como por exemplo a Yanmar Agritech. Segundo Pedro Cazado Lima Filho, gerente de pós-vendas e marketing, a empresa produz máquinas segundo a necessidade do cliente.

"Adaptamos maquinários para cultivo de uva, café, hortaliça, maçã, cebola. O foco é atuar na mecanização da pequena propriedade e garantir renda aos produtores."

No estande da marca, as concessionárias esperavam vender 300 máquinas.

A Agrale também destina parte de seu portfólio à agricultura familiar. Segundo o gerente de vendas de tratores, Silvio Rigoni, a intenção é fixar o produtor do campo.

"Se o pai fica na fazenda e tem rentabilidade por meio da mecanização, o filho não vai se interessar em sair do campo. O foco é o jovem."

A expectativa da empresa era comercializar cerca de 30% mais do que em 2012.

 presidente e proprietário da Budny, fabricante de tratores e implementos de pequeno porte, Carlos Budny, disse que o setor vem registrando bom desempenho. A empresa catarinense produz tratores 100% nacionais.

A marca possui hoje 50 revendedoras --a meta, segundo ele, é dobrar neste ano.

A sueca Husqvarna ofereceu motosserras, roçadeiras, cortadores de gramas e tratores direcionados a pequenos produtores, que arrendam ou atuam em áreas onde há plantação de árvores destinadas a indústrias papeleiras.

A intenção era dobrar o volume de vendas, em comparação com a feira de 2012.

FINANCIAMENTOS

Os gerentes, diretores e gestores dessas empresas atribuem ao programa Mais Alimentos, do governo federal, o sucesso das vendas para a agricultura familiar.

A linha de financiamento, liberada pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário, permite ao agricultor captar até R$ 200 mil para a mecanização de suas propriedades.

Desde 2008, o programa destinou para as fazendas mais de R$ 15 bilhões.
Fonte: Folha.uol

Tratores antigos: um retrato do passado da nossa agricultura

"Os verdadeiros progressistas são os que partem de um profundo respeito ao passado". 


Compare: Agrobusiness



Hoje vamos mostrar algumas fotos de tratores antigos para que possamos matar a saudade e ver como eram as máquinas que nossos antepassados trabalhavam.



Quem é apaixonado pelo campo sabe da importância de guardar certas relíquias que os nossos desbravadores do campo usaram no passado.



É lamentável ver que muitos desses tratores antigos que deveriam estar guardados para conservação de nossa história, estão se deteriorando no tempo nos pátios das propriedades agrícolas.


A maioria destas máquinas são de pequenos agricultores que  não recebem o apoio que deveriam receber para conservá-los.
A memória da nossa agricultura está morrendo e não vejo muita preocupação em preservá-la, salvo alguns poucos casos de pessoas e empresas com maior poder econômico. 

Gostaria de ver órgãos governamentais, bancos e cooperativas que financiam nossa agricultura, engajando-se nesta luta destinando uma pequena verba de seus cofres para preservação de nossa história.

Recuperar máquinas antigas e expor em lugares públicos, exposições, feiras para que o público jovem saibam das dificuldades que o homens do campo passaram para abrir nossas terras férteis de hoje.

A juventude tem que saber que nem sempre tivemos máquinas equipadas e tecnológicas como as que existem hoje. Os agricultores voltavam para casa no final da tarde quando encontravam seus familiares,  trazendo no corpo o cheiro da terra, do óleo combustível e dos insumos usados durante o dia.

Fotos de tratores antigos usados por agricultores desbravadores para abrir as terras férteis do Brasil  


Trator Massey Ferguson 50 X Ano 1972

Trator Antigo Massey Ferguson 50 X Ano 1972


Foto de trator Hanomag modelo R45 ano 1951

Trator Antigo Hanomag modelo R 45 ano 1951 

 www.taer.com.br

Fotos de tratores antigos - Massey Ferguson 1974

Trator Antigo Massey Ferguson 1974


Fotos de trator antigo Zetor 25 ano 1957

Trator Antigo Zetor 25 Ano 1957

  tratoresantigos

Fotos de trator antigo- Valmet 33 D ano 1959 importado da Finlandia

Trator  AntigoValmet 33D Ano 1959, importado da Finlândia

antigobrasil.com.br/valmet-33d-1959

Foto de trator antigo - marca Fendt ano 1962
Trator Fendt 1962
Foto de trator antigo - marca Massey Harris ano 1937

Trator Antigo Massey Harris Ano 1937

  claudio-filgueiras

Fotor de trator antigo - trator Case CC4

Trator  Antigo Case CC4 

 claudio-filgueiras

Fotor de trator antigo - marca Ford 600 ano 1954

Trator Antigo Ford 600 Ano 1954


Pamonha um quitute de milho verde bem brasileiro

Pamonha é um quitute feito de milho verde, comum em todo o território brasileiro, principalmente em São Paulo, Minas Gerais, Goiás e em todos os Estados do Nordeste.

O milho verde é ralado e, à massa resultante, são misturados leite (ou leite de coco), sal(ou açúcar), manteiga, canela e erva-doce. Esta massa é colocada em tubos feitos com a própria casca do milho (ou com folha de bananeira), atados nas extremidades. As pamonhas são submetidas a cozimento até que sua massa alcance uma consistência firme e macia.


Receita

100 g de manteiga derretida
20 espigas de milho
1 kg de açúcar
1 colher (sopa) de sal
1 lata de leite condensado
1,5 litro de leite

Modo de preparo

Na hora de cortar o milho, aproveite para separar a palha que vai embalar a pamonha.

Triture o milho no processador até formar a massa.


Acrescente o leite e, depois, comece a peneirar.

Agora, adicione o sal, o leite condensado, o açúcar e a manteiga.

Em água fervendo, cozinhe a palha que será usada na pamonha por 15 min.

Chegou a hora da habilidade.

É preciso amarrar a pamonha.

Você pode usar um cordão e vai precisar da ajuda de outra pessoa para fazer a embalagem junina.

Em seguida, leve ao fogo, de carvão ou a gás, e deixe cozinhar por 1h em água fervendo até que a pamonha fique no ponto!





BRF amplia exportações de cortes de frango para a Europa

Com investimento de R$28,8 milhões em novas linhas operacionais nas fábricas de Toledo (PR e Marau (RS), a BRF amplia 38% a produção de cortes de frango assados e cozidos para Europa.

O objetivo da companhia é ampliar a venda de produtos de maior valor agregado no mercado externo e, com isso, aumentar ainda mais a rentabilidade do negócio.

Em 2012, 12% das exportações da BRF para o continente europeu foram de alimentos processados.

O destino final desses produtos são as grandes redes de food service na Europa, que fornecem pratos prontos (como saladas e sanduíches) a restaurantes, refeitórios de empresas, hospitais e refeições para aviação.

As vendas concentram-se principalmente nos países França, Alemanha, Reino Unido e a região da Escandinávia.


As unidades da BRF em Chapecó (SC), Capinzal (SC) e mesmo Marau, onde já funcionava uma linha, já produzem cortes de frango assados e cozidos para o mercado europeu.

Com o início da operação das novas linhas de Toledo e Marau, a companhia aumenta a fabricação desses produtos exportados para a Europa de 84 para 116 toneladas por dia. 

Fonte:Folha Londrina