A introdução da apicultura no Brasil

Abelhas - A apicultura no Brasil

Abelha é um inseto que pertence à ordem dos himenópteros e à família dos apídeos. São conhecidas cerca de vinte mil espécies diferentes e, são as abelhas do gênero Apis mellifera que mais se prestam para a polinização, ajudando a agricultura, produção de mel, geléia real, cera, própolis e pólem.

As abelhas são insetos sociais que vivem em colônias. Elas são conhecidas há mais de 40 mil anos. A abelha do mel acha-se espalhada pela Europa, Ásia e África. A apicultura, a técnica de explorar racionalmente os produtos das abelhas existe desde o ano de 2400 a.C.. E os egípcios e gregos desenvolveram as rudimentares técnicas de manejo que só foram aperfeiçoadas no final do século XVII por apicultores como Lorenzo Langstroth (ele desenvolveu as bases da apicultura moderna).

A sua introdução no Brasil é atribuída aos jesuítas que estabeleceram suas missões no século XVIII, nos territórios que hoje fazem fronteira entre o Brasil e o Uruguai, no noroeste do Rio Grande do Sul.

Em 1839, o padre Antonio Carneiro Aureliano mandou vir colméias de Portugal e instalou-as no Rio de Janeiro. Em 1841 já haviam mais de 200 colméias, instaladas na Quinta Imperial. Em 1845, colonizadores alemães trouxeram abelhas da Alemanha (Nigra, Apis mellifera melífera) e iniciaram a apicultura nos Estados do sul. Entre 1870 e 1880, Frederico Hanemann trouxe abelhas italianas (Apis mellifera lingústica) para o Rio Grande do Sul. Em 1895, o padre Amaro Van Emelen trouxe abelhas da Itália para Pernambuco.

abelhas -a apicultura no Brasil

Em 1906, Emílio Schenk também importou abelhas italianas, porém vindas da Alemanha. Por certo, além destas, muitas outras abelhas foram trazidas por imigrantes e viajantes procedentes do Velho Mundo, mas não houve registro desses fatos. Iniciava-se assim a apicultura brasileira. Durante mais de um século ela foi se desenvolvendo, principalmente nos Estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná. Também em São Paulo e Rio de Janeiro havia uma atividade bem desenvolvida.


A origem da Suinucultura e as principais raças


Suínos: sua origem e principais raças

Os suínos apareceram na Terra há mais de 40 milhões de anos, sendo parte, portanto, da aristocracia pré-histórica do mundo animal. Pertencem ao gênero Sus e com base em suas origens são filiados à três grandes espécies:
Sus scrofa - tipo célico, descendente do javali europeu;
Sus vitatus - tipo asiático, originário da Índia;
Sus mediterraneus - tipo ibérico.

Desde a Idade da Pedra Polida (18.000 a 5.000 a.C), o europeu e o habitante do Oriente Próximo comiam a carne do porco. Sua domesticação, que antes se creditava aos chineses ou aos mesopotâmios, foi observada há 10.000 anos atrás, conforme recente pesquisa do arqueólogo americano M. Rosemberg, que descobriu que os primeiros homens de aldeias fixas, tinham como principal fonte de alimento os suínos, e não cereais como a cevada e o trigo.

A zona de expansão do porco foi realmente considerável, e os seus limites coincidem com os do habitat das florestas de carvalho (onde viviam os carnívoros). Não existe propriamente um clima específico para a criação de porcos. A suinocultura se processa em toda parte. Na China, onde as florestas são escassas, a espécie se propaga ainda em maior proporção do que na Europa.

Porém somente no início do século XX, começou realmente o melhoramento genético daquelas raças, através da importação de animais das raças Berkshire, Tamworth e LargeBlack, da Inglaterra, e posteriormente das raças Duroc e Poland China. Em 1930/40 chegaram as raças Wessex e Hampshire, em 1950 o Landrace, e na década de 60, os Large White. O melhoramento genético mostrava-se inovador com a entrada dos primeiros animais híbridos da Seghers e PIC, na década de 70.

O uso do porco na cozinha brasileira, portanto, data praticamente da época do descobrimento. Esteve incorporado à cozinha mineira desde os primórdios de sua história. Sabe-se que dado ao total interesse do colonizador pela atividade mineradora, pouco ou nada sobrava de mão de obra para as atividades de plantio ou criação de animais. Isso nos levou ao uso abundante dos porcos nas Minas Gerais do século XVIII pois, para a sua criação bastavam as "lavagens", restos de alimentos que acrescentados a outros produtos nativos como bananas e inhames, compunham a ração necessária para a fartura de banha, torresmo, carnes, lingüiça e lombo.
Correio Gourmand.com.br

Frutas : A origem da Banana


Banana suas características e variedades

A banana é um fruto de origem asiática que, a partir do século XV, teve seu cultivo e uso culinário introduzidos no continente americano. Apresenta muitas variedades. As do tipo maçã, ouro, prata e nanica são chamadas bananas de mesa. Há as bananas para fritar, como a banana-da-terra e figo. da banana ainda verde produz-se farinha para o preparo de mingaus e biscoitos. O fruto maduro é ingrediente de destaque em vários pratos típicos brasileiros, tanto doces como salgados.

A palavra banana é originária das línguas serra-leonesa e liberiana (costa ocidental da África), a qual foi simplesmente incorporada pelos portugueses à sua língua.

Não se pode indicar com exatidão a origem da bananeira, pois ela se perde na mitologia grega e indiana. Atualmente admite-se que seja oriunda do Oriente, do sul da China ou da Indochina. Há referências da sua presença na Índia, na Malásia e nas Filipinas, onde tem sido cultivada há mais de 4.000 anos. A história registra a antigüidade da cultura.

A bananeira, planta típica das regiões tropicais úmidas, é um vegetal herbáceo completo, pois apresenta raiz, tronco, folhas, flores, frutos e sementes. O tronco é representado pelo rizoma e o conjunto de bainhas das folhas de pseudocaule. Entretanto, no linguajar popular este é chamado de tronco da bananeira.

As sementes das bananeiras primitivas, que eram férteis, teriam tido 2 cm. Atualmente, em geral são estéreis e se apresentam como pequenos pontos escuros localizados no eixo central da fruta.

As bananeiras existem no Brasil desde antes do seu descobrimento. Quando Cabral aqui chegou, encontrou os indígenas comendo in natura bananas de um cultivar muito digestivo que se supõe tratar-se do ‘Branca’ e outro, rico em amido, que precisava ser cozido antes do consumo, chamado de ‘Pacoba’ que deve ser o cultivar Pacova. 


A palavra pacoba, em guarani, significa banana. Com o decorrer do tempo, verificou-se que o ‘Branca’ predominava na região litorânea e o ‘Pacova’, na Amazônica.

Açaí é uma fruta brasileira rica em antioxidantes que combate o envelhecimento

Açaí fruta nutritiva rica em antioxidantes e radicais livres


O açaí (Euterpe oleracea), também chamado uaçaí, açaí-branco, açaí-do-pará, açaizeiro, coqueiro-açaí, iuçara, juçara, palmiteiro, palmito, piná e tucaniei[1], é uma palmeira que produz um fruto bacáceo [1] de cor roxa muito utilizado na confecção de refrescos.(wikipedia)

O açaí, fruta que faz o maior sucesso nas academias brasileiras, conquistou definitivamente o exterior. O motivo é que os pigmentos que dão à fruta aquela cor roxa intensa possuem ingredientes que, de tão nutritivos, fazem dele um dos alimentos mais saudáveis que existem. A fruta é rica em antioxidantes que combate os radicais livres que promovem as doenças e o envelhecimento.

A alta quantidade de compostos que trazem benefícios ao corpo fazem do açaí um alimento poderoso, afirma a nutricionista Ana Paula Mendonça. O açaí é rico em vitaminas, cálcio, ferro, fibras, fósforo, minerais e potássio.

Açaí e sua importância econômica


O açaí é um dos produtos amazônicos que experimentaram considerável evolução na oferta e, principalmente, na demanda, expandindo-se para o mercado nacional e internacional nas duas últimas décadas.

A boa aceitação do produto no mercado se deve às suas características alimentares e funcionais, por conter consideráveis níveis de antocianinas e ácidos graxos insaturados, entre outros atributos diferenciados.

Da polpa dos frutos, obtém-se o suco, utilizado como alimento e como componente de suplemento alimentar e cosméticos, principalmente. A produção agrícola e extrativa do açaí reveste-se de importância ambiental, na medida em que, quando realizada de forma racional, pode auxiliar a conservação da Floresta Amazônica.

safra do açaí
O açaí tem um antioxidante excelente para a saúde.
Do ponto de vista social, a atividade é exercida predominantemente por populações tradicionais e agricultores familiares, sendo, normalmente, uma das principais fontes de renda dessas famílias. Tem sido estimado que as atividades de extração, transporte, comercialização e industrialização de frutos e palmito de açaizeiro são responsáveis pela geração de 25 mil empregos diretos e geram anualmente mais de R$ 40 milhões em receitas.

A Árvore do Conhecimento do Açaí oferece informações sobre a produção de açaí, abrangendo as fases de pré-produção, produção e pós-produção, além do acesso a recursos de informação na íntegra. As informações podem ser obtidas pela navegação numa estrutura ramificada em forma de árvore hiperbólica, por hipertexto ou pelo serviço de busca.

Colheita e pós-colheita do Açaí


O açaizeiro inicia seu ciclo de produção de frutos com a idade entre 3 e 4 anos. A sua inflorescência é formada por um conjunto de ramos com números variáveis de flores masculinas e femininas que, após o desenvolvimento dos frutos, é conhecido por cacho (Fig. 1).

O florescimento ocorre durante todos os meses do ano, com o pico entre os meses de fevereiro e julho. Após a abertura (antese) e fecundação das flores, são necessários, aproximadamente, de 5 a 6 meses para os frutos atingirem a fase de colheita.

A produção anual de cachos frutíferos por touceira depende da fertilidade e umidade do solo, e da luminosidade. Cada cacho, freqüentemente, contém algumas centenas de frutos que, quando maduros, têm a coloração roxo-escura, por isso muitas vezes é denominado de roxo ou preto, sendo exceção o açaizeiro do tipo branco, com a coloração verde.

Na Região do Estuário Amazônico se destacam duas épocas perfeitamente diferenciadas para a produção de frutos de açaizeiro:

- Safra de inverno: Corresponde à época das chuvas e os frutos, nesse período, normalmente são colhidos em diferentes estágios de maturação, têm a coloração roxo-azulada e o açaí produzido é considerado de qualidade inferior.

- Safra de verão: Ocorre no período de estiagem, com um volume de produção de duas a três vezes maior que a safra de inverno. Os cachos apresentam maior homogeneidade quanto ao estágio de maturação e o açaí obtido tem a coloração vermelho-arroxeada, o qual é considerado de melhor qualidade sensorial.


Cestos usados para o acondicionamento de frutos de açaizeiro
Despolpadeira de Açai

O plantio do Morango e suas principais cultivares

Morango: características e principais variedades

A cultura do morango é conduzida como cultura anual, com novos plantios a cada ano-safra. A produção de mudas é efetuada do final da primavera ao início do outono; a colheita dos frutos inicia-se dois meses após o transplante e estende-se do final do outono à primavera seguinte.
O morango está entre as espécies cultivadas com maior sensibilidade a pragas e doenças e alta perecibilidade. Esta condição exige do produtor um contínuo esforço de manejo, especialmente fitossanitário, para que a fruta seja produzida com a aparência e a produtividade capazes de lhe proporcionar lucro. Entretanto, o uso indiscriminado e sem critérios plenamente definidos dos agrotóxicos pode originar problemas ainda mais sérios, reduzindo a qualidade e o acesso aos mercados.

Recomenda-se colocar conjuntos de caixas de abelhas próximos a área de plantio. Utiliza-se, como atrativo para as abelhas, principalmente no início da floração, mel, água e açúcar, visto que essa prática será realizada em períodos desfavoráveis para atividade dos insetos (temperatura baixa).
Plantio de Morango em Minas Gerais. Foto:patosnoticias.com.br.

O interesse pelo cultivo do morango é justificado pela alta rentabilidade da cultura, o amplo conhecimento e aceitação da fruta pelo consumidor e pela diversidade de opções de comercialização e processamento do morango. O fruto é processado na forma de polpa, sorvetes, geléia, compotas e sucos.

O morango é uma cultura típica de climas mais amenos, não sendo muito tolerante a temperaturas elevadas. No Brasil o morango tem se adaptado melhor do sul de Minas Gerais até o Rio Grande do Sul, porém existem experiências até mesmo no cerrado.

O morangueiro é uma cultura especialmente exigente em condições físicas e nutricionais do solo. Produz melhor em solos areno-argilosos, bem drenados, ricos em matéria orgânica e de boa constituição física. A faixa de pH preferido fica entre 5,5 e 6,0. Em solos mais ácidos é recomendável uma calagem.A adubação orgânica traz uma série de benefícios que resultam em melhoria de produtividade e resistência das plantas. Por isso, inicialmente pode-se proceder a adubação orgânica em toda área e, em seguida, realiza-se a preparação de canteiros. Após o levantamento de canteiros, ainda pode-se utilizar o húmus que pode ser espalhado homogeneamente e incorporado com enxada rotativa.

Principais Cultivares:

As principais cultivares destinada à industria são: Santa Clara, Burlkey, Dover. Para consumo in natura Tangi, Campinas, Osogrande, Tudla, Selva e Seascape. Para dupla finalidade Vila Nova.

Campinas: cultivar de dias curtos e rústica; fruto grande e de bom sabor; tolerância à mancha angular.
Vila Nova: cultivar de dias curtos; planta de porte médio; folhas de densidade e tamanho médios e de coloração verde escura; ciclo precoce e alta produtividade. Frutos de formato cônico, longos e graúdos quando das flores primárias e secundárias e pequenos quando das flores terciárias e quaternárias.
Santa Clara: cultivar de dias curtos; planta de alto vigor, boa densidade de folhas que recobrem os frutos. Frutos de tamanho médio, formato irregular, epiderme vermelha escura; polpa de textura média e cor vermelha uniforme; ciclo médio e produtividade alta; sabor ácido e próprio para industrialização.
Bürkley: cultivar de dias curtos; planta de alto vigor; folhas grandes e de coloração verde escura; muito alta capacidade de produção e ciclo precoce: Frutos grandes, polpa de textura média e de coloração vermelha clara; epiderme vermelha; sabor ácido próprio para a industrialização.
Tangi: cultivar de dias curtos; planta vigorosa, com folhas grandes e de coloração verde escura, apresentando muita pilosidade nos folíolos, característica que evidencia tolerância ao ácaro rajado; ciclo tardio e capacidade de produção mediana. Frutos de tamanho médio,
Oso Grande: cultivar de dias curtos e de grande adaptabilidade; planta vigorosa, com folhas grandes e de coloração verde escura; ciclo mediano e elevada capacidade produtiva. Frutos de tamanho grande.
Tudla Milsey: cultivar de dias curtos; planta vigorosa com folhas grandes de coloração verde escura; ciclo tardio e com grande capacidade produtiva. Frutos de formato cônico ou de cunha alongado, de tamanho grande, polpa de textura firme e de coloração vermelha.
Camarosa: cultivar de dias curtos; planta vigorosa com folhas grandes e coloração verde escura; ciclo precoce e com alta capacidade de produção. Frutos de tamanho grande.
Selva: cultivar de dias neutros; média produtividade; frutos de tamanho irregular, de coloração vermelha clara.
Seascape: cultivar de dias neutros; comportamento parecido com o da cultivar Selva, diferenciando-se principalmente por apresentar frutos grandes e de maior uniformidade.


Para maiores informações consultem:
Embrapa
Sebrae

A origem do abacaxi e a época de cultivo desta fruta tropical


O Abacaxi e suas origens

Relata a história que o abacaxi ou ananás foi disseminado pelo mundo a partir do descobrimento do fruto por Cristóvão Colombo. Ao experimentar o fruto pela primeira vez em 4 de novembro de 1493 quando descobriu a ilha de Guadalupe Cristóvão Colombo, colaborou para que o abacaxi se tornase uma das frutas mais apreciadas pela população mundial.

O abacaxi, Ananas comosus (L.) Mernil, pertence à família Bromeliaceae, que apresenta cerca de 46 gêneros e 1700 espécies, ocorrendo principalmente em zonas tropicais.O abacaxi é um fruto símbolo das regiões tropicais e subtropicais.

A origem do nome "ananás" vem de nana, da língua tupi, "fruta saborosa" - falado pelos nativos que habitavam o litoral do Brasil. Hoje ananás é usado para indicar os frutos selvagens ou que pertence a variedades desconhecidas. As variedades conhecidas são chamadas de abacaxi, vocábulo proveniente de ibacati (iba= fruto, cati= que exala cheiro) da língua guarani.

O abacaxizeiro é uma planta que bem cultivada pode durar muitos anos e sempre pruzindo frutos de qualidade. A planta apresenta característica de crescimento ao longo dos anos e de outras gemas que também produzirão frutos. Planta de pequeno porte, podendo atingir 80cm de altura. Folhas longas e duras, dispostas espiraladamente, partindo da base, formando uma roseta.

O abacaxi e suas características

O produtor do abacaxizeiro deve saber que sua plantação de abacaxi estara no ponto de colheita no prazo de 24 meses após o plantio quando as mudas são do tipo coroa, 15-18 meses, quando as mudas são do tipo rebentão, e 20 e 22 meses, quando as mudas são do tipo filhote. Estima-se que na colheita do abacaxi se não houver nenhuma interferência climática o produtor poderá colher de 15 a 20 mil frutas/ha por safra.

O abacaxi poderá ser plantado no período que compreende o fim da primavera ou inicio do verão tem um ciclo de 18-24 meses, segundo os tipos de mudas, com o florescimento ocorrendo em fins de inverno ou início da primavera. O produtor deverá dar preferência ao solo rico em nutrientes.

O abacaxi apresenta baixa caloria, e tem altas porcentagens de vitaminas A, B e C, assim como carboidratos, sais minerais e fibras. Do abacaxizeiro tudo se aproveita e de seus restos pode-se extrair a bromelina, uma enzima nobre que ajuda a decompor proteínas, resultando dessa extração um bagaço consistente que pode ser utilizado como ração animal.

O abacaxi é um fruto extremamente especial pela sua vasta utilidade na culinária brasileira. Podemos observar inúmeras receitas do abacaxi como: cremes de abacaxi, mousse, torta, bolos, doces, sorvetes, estrogonofe, bolo gelado de abacaxi, sucos, balas, embrulhado, gelatina, saladas, beijinho de abacaxi, trufas de abacaxi, bombom, geléias, pavê, abacaxi assado, abacaxi caramelizado, sufle de abacaxi, pure de abacaxi e muitas outras sobremesas deliciosas dependendo da criatividade de cada pessoa.

A origem do Feijão: um dos alimentos mais importantes no combate a fome

A origem do Feijão e sua importância

Alguns historiadores acreditam que o feijão teve origem há cerca de 11.000 anos no Sudeste Asiático e depois se espalhou por todo o planeta, levado pelas tribos nômades. Outros pesquisadores relatam o surgimento do feijão há 7.000 anos no Continente Americano.

O feijão está entre os alimentos mais antigos, remontando aos primeiros registros da história da humanidade. Eram cultivados no antigo Egito e na Grécia, sendo, também, cultuados como símbolo da vida. Os antigos romanos usavam extensivamente feijões nas suas festas gastronômicas, utilizando-os até mesmo como pagamento de apostas. Foram encontradas referências aos feijões na Idade do Bronze, na Suíça, e entre os hebraicos, cerca de 1.000 a.C. As ruínas da antiga Tróia revelam evidências de que os feijões eram o prato favorito dos robustos guerreiros troianos.

A maioria dos historiadores atribui a disseminação dos feijões no mundo em decorrência das guerras, uma vez que esse alimento fazia parte essencial da dieta dos guerreiros em marcha. Os grandes exploradores ajudaram a difundir o uso e o cultivo de feijão para as mais remotas regiões do planeta.


Cultivado por pequenos e grandes produtores, em diversificados sistemas de produção e em todas as regiões brasileiras, o feijoeiro comum reveste-se de grande importância econômica e social.


Graças às suas comprovadas propriedades nutritivas e terapêuticas, o feijão é altamente desejável como componentes em dietas de combate à fome e à desnutrição. Ademais, ocorre uma interessante complementação proteica quando o feijão é combinado com cereais, especialmente o arroz.


Entre as centenas de variedades os mais populares no Brasil são: preto, carioca, branco, rosinha, jalo, cavalo, fradinho, mulatinho, roxo , rajado e feijão-de-corda.

Criação e consumo de marrecos cresce no Brasil


Cresce o consumo de marrecos no território brasileiro



Marrecos de Pequim

Dados revelam a origem da criação de marrecos Pequim a mais de 500 anos, nas regiões da capital chinesa, Pequim. O objetivo principal de criá-los era para limparem as plantações de arroz. Até serem descobertos como pratos de iguarias comestíveis pelos imperadores e autoridade de alta patente entre os anos de 1368 à 1644.

Na Europa os primeiros exemplares chegaram ha alguns séculos. Sendo apreciadas logo, pelos europeus. No continente americano, data de 1873 a chegada deles. Aqui, no Brasil é bem mais recente e a sua propagação tem sido rápida. Há estudos sobre o seu consumo, só perde para o frango em todo mundo. Sua carne têm se tornado uma fina iguaria para os gourmerts.

Marreco Mandarim

Os marrecos são animais muito rústicos, resistentes às doenças e que requerem instalações simples e de pouco custo, relativamente às destinadas à galinhas. Criar marrecos é, realmente, muito mais fácil do que criar galinhas.

São muito precoces e pesam bem mais do que os frangos da mesma idade. Além disso, ficam prontos para o mercado com mais rapidez. Com 60 dias, um marreco já está pronto para o corte.

Os marrecos comem mais do que os frangos mas, a rapidez com que já estão prontos e a diferença de produção superam e muito este fato. Os da raça Pekin, por exemplo, têm um desenvolvimento extraordinário pois, pesando na primeira semana, 86gr, na segunda já dobraram de peso, na quarta, já têm mais de 500gr, na sexta, 1,700gr, na sétima, 2kg, podendo, na oitava semana, atingir a 3kg, o que é realmente notável.

As raças de marrecos podem ser divididas em três grupos:

- para carne, entre as quais temos as de Pekin, a Aylesbury e a Rouen;

- para ovos existem a Campbell, a Orpington, e o corredor indiano. Originário da Índia Oriental. Especializada na produção de ovos. Há 3 variedades: amarelo-avermelhada e branca, a pintada e a branca. Têm o corpo comprido estreito e muito inclinado para trás, peito cheio e tarsos e dedos laranja.

- ornamentais, a raça anã (com ou sem topete), a pingüim, o marreco chato, canadense, marreco-da-carolina e mandarim.

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